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	<title>Mãe Geek &#187; recem</title>
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	<description>Blog para a mãe e pai geek, nerd, dork. Os post dão dicas e incluem assuntos sobre tecnologia, internet, gadgets, videogames, brinquedos, filmes, livros, viagens, etc..</description>
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		<title>Países pelo mundo adotam caixa de papelão para recém-nascidos</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Mar 2017 11:10:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Mari Eva]]></dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Você imagina por um bebê dentro de uma caixa de papelão? Nossa cultura está muito estigmatizada com relação a caixas de papelão porque lembramos dos mendigos na rua dormindo nelas. Verdade! Mas esta caixa de papelão em questão é bonitinha, decorada, limpa. Vamos deixar de lado nosso pré-conceito e entender melhor porque esta idéia, que começou na Finlândia na década de 1930, vem se espalhando pelo mundo e reduzindo a mortalidade infantil no primeiro ano de vida do bebê.</p>
<p>Algumas síndromes que levam os bebês à morte até o primeiro ano de vida já foram associadas à forma como o bebê dorme e também ao fato de dormir juntos com os pais que pode ser outro fator de risco.</p>
<p>A caixa de papelão pode ser útil para se ter o bebê próximo, carregar a caixa de um quarto para o outro, ou até viajar com ela se torna algo muito simples e fácil.</p>
<p>Na Finlândia cada família, independentemente de sua origem, recebe gratuitamente uma caixa de papelão com um pequeno colchão entre outros presentes para seu bebê. E, não é por acaso, que a Finlândia tem uma das taxas de mortalidade infantil mais baixas do mundo.</p>
<p>Agora, a ideia finlandesa está se disseminando no mundo. O Estado de Nova Jersey nos Estados Unidos é ocaso mais recente.</p>
<p>Em agosto do ano passado, o governo da Cidade do México colocou em prática o projeto &#8220;Cunas CDMX&#8221; (cunas significa &#8220;berço&#8221; em espanhol), inspirado no modelo finlandês. Seu objetivo era atingir 10 mil famílias e acompanhar a gravidez daquelas com menos recursos financeiros para combater a mortalidade infantil. &#8221;Buscamos gerar uma maior proteção para os bebês na Cidade do México, principalmente os que vivem na pobreza&#8221;, diz Gamaliel Martínez Pachecho, diretor-geral dos Sistema para Desenvolvimento Integral da Família da capital mexicana, departamento encarregado do projeto. Na Finlândia, o projeto também começou entre famílias mais pobres, mas hoje é para todo o país.</p>
<p>Na Ásia, a estudante Karima Ladhani, teve a ideia de adotar a caixa finlandesa no sul da Ásia. Ela desenvolveu o projeto &#8220;Barakat Bundle&#8221; (barakat significa &#8220;benção&#8221; em alguns idiomas da região), que entrou em vigor em um hospital rural da Índia. A caixa tem ferramentas para prevenir infecções durante o parto ou pouco depois de se dar à luz e também inclui um mosquiteiro para proteger os bebês da malária. &#8221;Queremos oferecer às novas mães soluções de baixo custo para salvar vidas ao combater as causas evitáveis de mortalidade infantil e materna&#8221;, afirma Ladhani.</p>
<p>Um projeto-piloto também está sendo lançado no hospital Queen Charlotte&#8217;s and Chelsea, em Londres, no Reino Unido, em colaboração com a empresa americana Baby Box. &#8221;Partimos do pressuposto de que as pessoas têm dinheiro para comprar um moisés ou um berço, mas nem sempre é o caso&#8221;, diz a ginecologista Karen Joash, conselheira obstetrícia do programa. Ela considera que a caixa também fará com que mães e bebês fiquem no mesmo quarto, já que elas são fáceis de carregar. &#8220;Isso é bom para estreitar sua ligação.&#8221;</p>
<p>Há projetos em curso também no Estado australiano de Victoria e na província canadense de Alberta. É uma região que se beneficia da indústria petrolífera, e, por isso, quando os homens vão trabalhar nas plataformas, surge um novo tipo de problema: as mães criam seus bebês sozinhas. &#8220;O objetivo é dar apoio às famílias na transição da gravidez para a maternidade&#8221;, diz Benzies. Um elemento-chave para isso é a mentoria dada aos pais, em que uma pessoa os auxilia, por telefone ou pessoalmente, a partir das 32 semanas de gestação até seis meses após o parto. E recebem a caixa e uma espécie de folheto, que chamam de &#8220;assistente de berço&#8221;,  criado para que os homens tenham uma relação mais próxima com seus bebês. Com um estilo parecido com o de um manual de um automóvel, o texto oferece um guia prático. &#8221;Sabia que faz bem para o bebê arrotar algumas vezes?&#8221;, diz o texto, que ressalta a importância do &#8220;combustível&#8221;, o leite materno, e explica como &#8220;checar debaixo do capô&#8221;, as fraldas no caso, porque &#8220;manter seu modelo novo limpo e cômodo é importante&#8221;.</p>
<p><a href="http://maegeek.r7.com/wp-content/uploads/2017/03/94880644_caixa6.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2340" alt="_94880644_caixa6" src="http://maegeek.r7.com/wp-content/uploads/2017/03/94880644_caixa6-550x309.jpg" width="550" height="309" /></a>Colin Pritchard, professor da Universidade de Bournemouth, no Reino Unido, estuda mortalidade infantil e acredita que o sistema tem &#8220;sentido teoricamente&#8221;, por dar ao bebê um local para dormir além da cama dos pais e poder reduzir os casos de morte súbita por asfixia. No entanto, acredita que o efeito é pequeno.</p>
<p>Ele argumenta ser mais importante criar mecanismos para reduzir a pobreza, fazer com que os pais deixem de fumar e melhorar a educação dos pais e os cuidados que eles terão com os filhos para frear a mortalidade infantil.</p>
<p>Via <a href="http://www.bbc.com/portuguese" target="_blank">BBC</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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