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	<title>Mãe Geek &#187; gravidez</title>
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	<description>Blog para a mãe e pai geek, nerd, dork. Os post dão dicas e incluem assuntos sobre tecnologia, internet, gadgets, videogames, brinquedos, filmes, livros, viagens, etc..</description>
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		<title>As melhores dicas para aproveitar e sobreviver em Orlando</title>
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		<pubDate>Mon, 26 Mar 2018 13:04:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Mari Eva]]></dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Férias na Disney é como gravidez. Todo mundo diz que é um momento maravilhoso, um sonho que se torna realidade, mas a verdade é que ir pra Disney é um perrengue que ninguém fala sobre. Assim como a gravidez onde mulheres omitem desconfortos e dores, dizem que é a melhor coisa do mundo porque afinal de contas você está gerando vida ao seu bebê&#8230; OK, está. Mas, cá entre nós, ao meu ver no mundo real a gravidez e ir pra Disney são igualmente exaustivos.</p>
<p>Não estou dizendo pra não engravidar ou não ir na Disney, muito pelo contrário. Já tive 2 filhos e fui 5 vezes na Disney. São &#8220;males&#8221; necessários que trazem muita alegria depois e com bons momentos no meio. hahahaha! Mas para facilitar sua vida e usufruir ao máximo esse passeio na Disney vou te passar algumas dicas que vão fazer toda a diferença em sua próxima viagem pra Orlando.</p>
<p><a href="http://www.maegeek.com.br/wp-content/uploads/2018/03/fairy-tale-1788212_1280.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-3000" alt="fairy-tale-1788212_1280" src="http://www.maegeek.com.br/wp-content/uploads/2018/03/fairy-tale-1788212_1280-550x412.jpg" width="550" height="412" /></a></p>
<p>Já começa pegando o avião que dura de 9 horas em vôo direto. Dê preferência para vôos noturnos porque as crianças dormem e você não precisa ficar inventando coisas para fazer dentro do avião fechado e sem muito espaço para passear. Depois de visitar a cabine e ver três filmes já esgotou toda a paciência de todos dentro do avião.</p>
<p>Se seu filho enjoa viaje sempre com Dramin ou similar na bolsa, o que também ajuda crianças a dormir bem durante toda viagem. Não julgue! Um Dramin uma vez ao ano não faz nada a ninguém. O banheiro do avião é um horror, se você é mulher sabe bem o que é fazer xixi agachada, sem sentar, naquele avião com os respingos quicando na perna. Para evitar isso, enrole bastante papel higiênico seco e jogue no vaso sanitário antes de fazer xixi, dessa forma a água vai entrando no papel sem respingar em você ou no olho do seu filho. Não é muito ecológico mas também não fazemos isso sempre, urina por toda a parte sem poder tomar banho depois não é uma boa forma de começar sua viagem pra Disney.</p>
<p>Fique hospedado em um hotel estilo flat, eles são práticos, muito espaçosos, tem normalmente dois banheiros pra dividir com a família e a noite, quando você chega morto de um dia inteiro de parque, pode só fazer um lanche e dormir. Eu já fiquei no <a href="http://www.lbvorlandoresort.com/" target="_blank">Lake Buena Vista Resort</a> e no <a href="https://www.floridaysresortorlando.com/" target="_blank">Floridays Resort Orlando</a>. Gostei mais do primeiro quando fui no verão e a piscina de navio pirata é sensacional, mas no inverno a piscina do Floridays é mais legal porque é bem aquecida e dá para mergulhar mesmo com 15 graus do lado de fora.</p>
<p>Recomendo também já alugar carro desde o Brasil. A Alamo é o mais barato e funciona super bem. Chegando lá você só passa o seu código nas máquinas e vai direto pegar o carro. Super fácil e eficiente o sistema de aluguel de carro nos USA. Adoro! E os carros são sensacionais, gigantes, cômodos e com aquele cheirinho de novo. Você pode escolher o carro que quer quando chega na garagem, tem uma fila de carros com a chave dentro e você escolhe, entra, e sai fora. Genial! Eu sempre pego as marcas americanas Dodge, Chevrolet&#8230; Ajoelhou é pra rezar, né? Não vou pegar um Hyundai que não orna com Orlando.</p>
<p>Normalmente eu chego e a primeira coisa que faço é ir no supermercado pra comprar coisas pro café da manha, frutas, doces, petiscos e cerveja pra relaxar e lanchar no hotel a noite. O leite de amêndoas americano é uma dádiva dos deuses e o mesmo preço do leite normal, aqui no Brasil sai tão caro e é tão ruim que eu nunca compro mas o de lá vale a pena cada gota. Recomendo o com sabor baunilha. Eu prefiro o Walmart que tem tudo mas você também pode resolver pequenas coisas em pequenos supermercados locais ou até na Walgreens, uma rede de farmácias que você encontra de tudo um pouco.</p>
<p>E agora estamos prontos para enfrentar as 12 horas de parque. Olhe a previsão do tempo e leve uma mochila com casacos, comidinhas para comer nas filas, água e capa de chuva se tiver previsão de chuva. Não dá pra fazer parque chovendo sem capa de chuva.</p>
<p>Para uma viagem tranquila, sem muito corre, eu recomendaria entre 10 e 14 dias em Orlando. Eu gosto de fazer assim: chego dia 1 me acomodo, dia 2 e 3 parques, dia 4 outros, dia 5 e 6 parques, dia 7 outros, dia 8 e 9 parques, dia 10 outros e assim vai. Nunca fazer mais de 2 dias seguidos de parque porque não tem perna que resista. Qualquer pessoa, independente da idade, fica exausto.</p>
<p>Agora vamos ao planejamento dos parques. Você já precisa ir pra Orlando com seu planejamento de parques definido antes de viajar porque você precisa comprar os ingressos pra cada parque já pro dia certo e também porque nos parques da Disney você precisa pegar os <em>Fast Passes</em> para não fazer fila nos brinquedos. Isso vou explicar depois, mas agora vamos ao primeiro passo.</p>
<p><a href="http://www.maegeek.com.br/wp-content/uploads/2018/03/disney.png"><img class="alignleft size-medium wp-image-2999" alt="disney" src="http://www.maegeek.com.br/wp-content/uploads/2018/03/disney-550x305.png" width="550" height="305" /></a>1) Confira o <em>Crowd Calendar</em> ou <em>Busy Day Guide</em> pra ver qual parque tem menos gente em cada dia e escolher onde você vai. Parque lotado é estressante e desconfortável. Existem vários mas o <em>Crowd Calendar</em> mais famoso é o <a href="https://www.undercovertourist.com/orlando/crowd-calendar/2018/" target="_blank">Undercover Tourist</a>. Você clica no mês que você vai e olha as datas de sua viagem. O verde é quando tem menos gente, o amarelo médio e o vermelho é lotado, evite ao máximo. O <em>Crowd Calendar</em> que eu mais gosto é o <a href="https://touringplans.com/walt-disney-world/crowd-calendar" target="_blank">Touring Plans</a> porque tem números e você pode comparar se houverem dois parques em amarelo, o único problema é que o Touring Plans é só pra Disney então eu alterno entre os dois calendários para definir todo o planejamento de parques incluindo Universal, Sea World, Disney e o que mais você quiser visitar. Aqui também tem uma outra opção de um site Inglês com logotipos que é legal para visualizar, o <a href="https://www.thedibb.co.uk/forums/busy-day-guide.php" target="_blank">The Dibb</a>.</p>
<p>2) Depois de definido qual parque vai em cada dia chegou a hora de reservar o <a href="https://disneyworld.disney.go.com/pt-br/fastpass-plus/" target="_blank">Fast Pass</a>. Essa facilidade só tem nos parques da Disney e é uma mão na roda, ajuda e muito a evitar filas e você conseguir conhecer mais brinquedos no mesmo dia. Você precisa logar no site da <a href="https://disneyworld.disney.go.com/pt-br/fastpass-plus/" target="_blank">Disney</a>, cadastrar as pessoas que vão com você e selecionar o parque que você quer ir no dia que você escolheu. Você tem direito a pegar 3 <em>Fast Passes</em> por parque e por pessoa, recomendo pegar todos de manha porque quando você estiver no parque pode pegar outros apenas após usar os três já selecionados. Assim você e sua família conseguem ver mais coisas e brincar mais. Se você estiver hospedado em um hotel da Disney, são ótimos mas muito mais caros que um hotel normal, você tem direito a pegar <em>Fast Pass</em> 60 dias antes que o resto do mundo. Então se você é, como eu, um ser humano comum não vai conseguir os melhores brinquedos mas não dá pra ter tudo na vida. Dá pra ver muita coisa ou você também tem a escolha de enfrentar as filas e ver aquele brinquedo que todo mundo fala e nunca tem <em>Fast Pass</em> liberado. Isso foi o que aconteceu com o brinquedo novo do <em>Avatar</em> da última vez que fomos pra Disney. Mas resolvemos enfrentar as três horas de fila, que acabaram virando duas horas, para conhecer a mais nova aquisição do Animal Kingdom. Realmente é sensacional mas nada vale três horas de fila, meu filho fez xixi na fila, soltou um pum e sujou a cueca de cocô, foi uma desgraça.</p>
<p>3) Baixe o aplicativo da Disney no seu celular, se chama <em>My Disney Experience</em>. Ele facilita muito na hora de reservar <em>Fast Pass</em> e restaurantes. Se você se organizar bem com os <em>Fast Passes</em> dá pra conhecer cada parque em um dia, não precisa repetir parque. Também, no dia que você estiver no parque  pode visualizar o tempo de cada fila de cada brinquedo, além de ter os seus planos diários na ponta do dedo, acesso ao <em>Disney PhotoPass</em>, horários dos parque e das atrações especiais.</p>
<p>4) Universal é um item a parte. Primeiro tenha certeza de comprar os tickets da <a href="www.universalorlando.com" target="_blank">Universal Orlando</a> no site certo, que é <a href="https://www.universalorlando.com/" target="_blank">www.universalorlando.com</a>. Eu já comprei errado, no site da Universal Hollywood da California, e tive que ficar uma hora no telefone pra pedir estorno, rola mas é beeeeeem chato. Em Orlando, como são dois parques, o <em>Universal&#8217;s Islands of Adventure</em> e o<em> Universal&#8217;s Volcano Bay</em>, muita gente prefere fazer em dois dias ficando um dia pra cada parque. Mas eu acho muito mais legal fazer ambos no mesmo dia até porque o mais legal da Universal é o mundo <em>Harry Potter</em> e você só pode pegar o <em>Hogwarts Express</em>, que é um trem que vai de &#8220;Londres&#8221; para &#8220;Hogwarts School of Witchcraft&#8221; ou vice-versa se você tiver o Two-Park ticket. Esse é o ticket que permite você ir de um parque para o outro.</p>
<p><a href="http://www.maegeek.com.br/wp-content/uploads/2018/03/HogwartsExpress.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-3013" alt="???????????????????????????????????????????????????????????????????????????????" src="http://www.maegeek.com.br/wp-content/uploads/2018/03/HogwartsExpress-550x366.jpg" width="550" height="366" /></a></p>
<p>Na Disney, o ticket que permite ir de um parque a outro no mesmo dia se chama <em>Park Hopper</em> mas não acho que vale a pena pra Disney porque pra ir de um parque a outro você precisa pegar o carro, dirigir, entrar em outro estacionamento, parar o carro, pegar os <em>Trams</em> (um trenzinho que te leva desde o estacionamento até o parque), enfim&#8230; chato. Mas na Universal os parque são um do lado do outro e você pega o <em>Hogwarts Express</em> que é maravilhoso e fique ligado que o passeio de ida é diferente da volta, pegue para ambos os lados antes de ir embora.</p>
<p>Se você é como eu, que odeia filas e afinal de contas você está de férias e não no clima de ficar um hora esperando em cada brinquedo, eu  recomendo fortemente comprar o Universal Expres Pass. Com ele você não faz fila em nenhum brinquedo. Ele tem duas opções, você pode fazer uma vez cada brinquedo sem fila que custa US$79,99 por pessoa ou você pode optar pelo que te dá diretiro a fazer quantas vezes quiser o mesmo brinquedo, o ilimitado que custa US$99,99 por pessoa. Mas olha, se você for fazer os dois parques no mesmo dia com o Universal Expres Pass não dá tempo de fazer mais de uma vez o mesmo brinquedo ou você vai ficar sem ver algum brinquedo. Agora, no foco e indo com calma você consegue fazer ambos os parques na boa com uma vez em cada brinquedo.</p>
<p>5) Reserve os restaurantes com antecedência. Na Disney tem uns restaurantes maravilhosos, alguns que é preciso reservar com 6 meses de antecedência pra conseguir mesa. Você também pode dar sorte e conseguir de última hora mas não é fácil. No mesmo site onde você reservou seu Fast Pass você também reserva o restaurante, aqui <a href="https://disneyworld.disney.go.com/pt-br/dining/" target="_blank">Disney Dining</a>.  Mas cuidado, porque se você não for paga US$10,00 por pessoa. Mas é fácil cancelar também pelo site e pelo aplicativo. Nos outros parques não precisa de tanta antecedência e as vezes nem precisa reservar se você estiver disposto a esperar um pouquinho.</p>
<p>Abaixo listo meus TOP5 restaurantes que amo em Orlando, não estão em ordem escolher em ordem já é demais pra mim. Todos são incríveis e a comida é maravilhosa:</p>
<p>- <strong>Cinderella&#8217;s Royal Table</strong>: O restaurante fica dentro do Castelo da Cinderella, aquele castelo clássico do Magic Kingdom que vemos em todas as fotos. É muito lindo e você conhece todas as princesas que te visitam nas mesas pra tirar foto enquanto você almoça ou janta.</p>
<p>- <strong>Restaurant Be Our Guest</strong>: Também fica dentro do Magic Kingdom, esse é o castelo da fera da história da Bela e a Fera, os personagens estão ali presentes.</p>
<p><a href="http://www.maegeek.com.br/wp-content/uploads/2018/03/Be-Our-Guest-Grand-Ballroom.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-3020" alt="Be-Our-Guest-Grand-Ballroom" src="http://www.maegeek.com.br/wp-content/uploads/2018/03/Be-Our-Guest-Grand-Ballroom-550x366.jpg" width="550" height="366" /></a>- <strong>Sci-Fi Dine-In Theater Restaurant</strong>: É um antigo Drive-In dos anos 50 onde você come em mesas com formas de carro. Tem uma tela gigante na frente que passa desenhos e trechos de filmes clássicos. Esse restaurante fica no Hollywood Studios.</p>
<p>- <strong>Sharks Underwater Grill</strong>: Esse restaurante fica dentro do aquário dos tubarões no Sea World. Muito legal!</p>
<p>-<strong> Bubba Gump Shrimp Co.</strong>: Esse fica no <em>Universal CityWalk</em>, aquele caminho que leva você da estacionamento pros parques da Universal. É O restaurante do filme <em>Forest Gump</em>, os atendentes fazem quiz sobre o filme então assistam antes de ir comer lá pra não fazer feio. Você também pode ir em um dia que não for no parque. Eu fui um dia jogar mini-golf que é muito legal também, se chama <a href="https://www.universalorlando.com/web/en/us/things-to-do/entertainment/hollywood-drive-in-golf/index.html" target="_blank">Hollywood Drive-In Golf</a> e depois fomos comer camarão no <a href="http://www.bubbagump.com" target="_blank">Bubba Gump</a>. Delícia!</p>
<p>- <strong>T-Rex Cafe</strong>: Esse restaurante fica no <em>Disney Springs</em>. Você entra dentro do mundo dos dinossauros e acho esplendoroso, as crianças a adultos ficam fascinados. O <a href="http://www.trexcafe.com/" target="_blank">T-Rex Cafe</a> também precisa de reserva com antecedência e pode fazer no app da Disney.</p>
<p><a href="http://www.maegeek.com.br/wp-content/uploads/2018/03/t-rex.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-3021" alt="t-rex" src="http://www.maegeek.com.br/wp-content/uploads/2018/03/t-rex-550x353.jpg" width="550" height="353" /></a>6) Se você está viajando com crianças pequenas, provavelmente vai querer fazer alguns brinquedos que os menores não podem ir. Nesses casos você precisa pegar um Child Swap (assim se chama na Universal, Sea World e Busch Gardens) ou Rider Switch (como se fala na Disney). Pode ser um cartão ou um crachá que é dado para o adulto que fica com a criança, ele permite que um adulto vá no brinquedo enquanto o outro adulto fica tomando conta da criança pequena e depois você não precisa fazer fila pro outro adulto ir no mesmo brinquedo, apenas entra com o cartão. Bem prático para quem não quer perder aquela montanha russa animal que só tem em Orlando mas está viajando com seu filho de dois anos.</p>
<p>Outros: Você também pode ir no <a href="http://www.premiumoutlets.com/outlet/orlando-vineland" target="_blank">Orlando Premium Outlet</a>. Não tem as coisas mais baratas mas você encontra alguns cupons interessantes no site. Faça o cadastro no <a href="https://www.premiumoutlets.com/vip" target="_blank">VIP Club</a> antes de ir, é só passar um email, e imprima os cupons que facilita bastante.</p>
<p>Mas não deixe de ir na Target e no Walmart alí você encontra roupas com preços ótimos de verdade. Vale muito a pena!</p>
<p>E minha última dica é, faça compras online na <a href="https://www.amazon.com/" target="_blank">Amazon</a>, que facilita muito a sua vida, e mande entregar no Amazon Locker mais próximo ao seu hotel. Não mande entregar no hotel porque alguns cobram até US$10,00 por pacote e o serviço self-service delivery da Amazon é fantástico. Eles te passam um código, você chega nos lockers, escaneia no celular ou digita o número e o locker abre. Pronto, alí está o seu pacote. E se você não pegar o pacote em três dias o pacote volta pra Amazon e eles te devolvem seu dinheiro. Sensacional! Melhor coisa de Orlando! hahahhaha!</p>
<p>Se joga que agora você está preparado pra tudo! E depois me conta como foi ou me passa mais dicas se tiver. :)</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O foda da maternidade que ninguém fala</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jun 2017 19:12:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Mari Eva]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na semana passada a cantora e compositora Pitty, em entrevista para a coluna de Monica Bergamo na Folha de São Paulo, desafaba &#8220;Ninguém fala sobre quanto o pós-parto é difícil, diz Pitty após ter bebê&#8221;. Sim, concordo com você Pitty! Ninguém fala do pós-parto e a gravidez também não é sempre um mar de rosas....]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Na semana passada a cantora e compositora Pitty, em entrevista para a coluna de Monica Bergamo na Folha de São Paulo, desafaba &#8220;Ninguém fala sobre quanto o pós-parto é difícil, diz Pitty após ter bebê&#8221;.</p>
<p>Sim, concordo com você Pitty! Ninguém fala do pós-parto e a gravidez também não é sempre um mar de rosas. Pra mim a gravidez foi muito pesada, para outras mães o puerpério e outras ambos. E queremos dizer que não nos faz menos mães dizer a verdade dura e crua. Sim, é duro e cansativo mas não amamos menos nossos filhos por isso. Também acho importante que as mães saibam que pode ser difícil. Vale cada momento mas é difícil.</p>
<p>Para mim foi importante e me ajudou me informar, conversar com outras mães e saber qua algumas tinham passado por isso. E temos umas as outras para nos dar apoio e sinto que não importe como for devemos ser sempre sinceras e honestas com relação à gravidez e ao pós-parto.</p>
<p><a href="http://maegeek.r7.com/wp-content/uploads/2017/06/pitty_depoimento_pos-parto_maternidade_real.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2509" alt="pitty_depoimento_pos-parto_maternidade_real" src="http://maegeek.r7.com/wp-content/uploads/2017/06/pitty_depoimento_pos-parto_maternidade_real-550x529.jpg" width="550" height="529" /></a></p>
<p>Na coluna, Pitty conta que chegou no ensaio para o seu próximo show, depois de pausa de mais de um ano, se sentindo como uma criança voltando de férias. &#8220;Tô ansiosa, parece primeiro dia de aula.&#8221;</p>
<p>Após o nascimento da filha Madalena, que agora já está com 9 meses, Pitty ficou um tempo fora dos palcos e das redes sociais para estar mais perto da filha e dessa nova fase de sua vida.</p>
<p>A abertura do programa Saia Justa foi o primeiro trabalho que Pitty fez depois do nascimento da filha. &#8220;Estava com o peito cheio de leite, dolorido, tive que ficar pedindo licença para ir tirar. Achei que não ia conseguir ficar um dia inteiro longe dela. O começo é muito doido. Me entreguei completamente para aquele universo durante 7 meses, sem babá, não atendia nem telefone. Só eu, ela e o Daniel.&#8221;</p>
<p>Na coluna Pitty também fala da importância de conversar com outras mães para se preparar para o pós-parto e por isso estamos também fazendo este post. Concordamos totalmente. &#8220;A maternidade é tão idealizada, tão associada a um negócio divino, sagrado, como se a mulher virasse meio santa quando está grávida, que eu acho que as pessoas esquecem que tem uma pessoa real ali passando por isso.&#8221;</p>
<p>Ela ainda completa. &#8220;O puerpério é uma coisa sobre a qual ninguém fala. Não é fácil, é foda. Você está sem dormir, seu corpo está diferente, num tsunami hormonal. Ao mesmo tempo você está fascinada e apaixonada por aquela pessoa ali com você. O dia que o leite desce é o mais louco&#8230; Eu não me reconhecia, olhava no espelho e não sabia quem era aquela pessoa. É uma abnegação enorme. E passei por isso com estrutura, sendo bem cuidada, com meu marido ao lado. Imagina as pessoas que não têm estrutura? A gente precisa pensar em dar um suporte melhor para essas mulheres.&#8221;</p>
<p>Também outro assunto importante que a Pitty defende é o respeito por aquelas que não quiseram ter filhos. &#8220;A maternidade é um negócio incrível, estou amando, mas eu quis! A vida não se resume a isso, tem gente que não quer. Faço questão de falar isso porque sei como é estar no lugar de ser cobrada. Não acho justo botar essa carga em cima das mulheres. Nós mulheres somos sempre cobradas. Seja por uma coisa ou por outra. Ah, não teve filho! Ah, teve filho muito tarde. Ah, só vai ter um? Filho único não é bom&#8230; Cara! Dá um tempo! Deixa a gente viver!&#8221;</p>
<p>Via coluna <a href="http://www1.folha.uol.com.br/colunas/monicabergamo" target="_blank">Mônica bergamo</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Vamos falar de gordofobia durante a gestação</title>
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		<pubDate>Tue, 05 Jul 2016 23:10:14 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Depoimento “Eu, Mãe”. Rachel Patricio: 32 anos, empresária e mãe de um menino de 14 anos, um de 10 e grávida do terceiro bebê. Eu tinha planos de falar sobre gravidez e gordofobia durante essa gestação, mas em algum momento essa vontade sumiu. Parte deve ter sido autopreservação, parte foi aquele cansaço que as vezes...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Depoimento “Eu, Mãe”.<br />
Rachel Patricio: 32 anos, empresária e mãe de um menino de 14 anos, um de 10 e grávida do terceiro bebê.</p>
<p>Eu tinha planos de falar sobre gravidez e gordofobia durante essa gestação, mas em algum momento essa vontade sumiu. Parte deve ter sido autopreservação, parte foi aquele cansaço que as vezes chega. Minha gestação é considerada de alto risco, ainda que meu obstetra me olhe toda consulta e diga “você está ótima, não tenho nada a te dizer”. É a tal patologização do corpo gordo. Esse é o meu único “sintoma”. Estou com 31 semanas, em breve o bebê chega. Durante esse tempo, acompanhei também a gestação da Tess Holiday, modelo gorda que atua no mercado plus size americano.</p>
<p>No dia 06/06 nasceu o Bowie, filho da Tess. E olha, eu me emocionei. Eu li os ataques que ela sofreu em cada foto que ela postava, pois é impossível para algumas pessoas aceitar que o corpo gordo é capaz de gerar uma vida. Chamam de apologia à obesidade. Vejam bem: eu e Tess, mulheres gordas, gerando vidas, somos vistas como um grande mal dentro da nossa sociedade.</p>
<p>Essa é a minha terceira gestação. Na primeira, que aconteceu há 14 anos, eu sofri muita violência obstétrica. Eram maus tratos por ser muito jovem e por ter engordado 30 kilos na gestação. O parto, uma cesárea, foi muito ruim. Logo depois, tive minha segunda gestação e foi mais tranquilo. O acompanhamento de todas elas foi feito no SUS e todas as gestações foram muito distintas.<br />
Na primeira, eu não era gorda. Na segunda e na terceira sim. Eu percebo que junto com todas as outras pequenas violências que a gente sofre numa consulta, como mal olharem pra gente ou não saber quem somos, noto que os médicos partem do pressuposto de que eu estou doente. Mesmo que eu não tenha nada. E, desde o início, esse é o ponto chave dessa gestação.</p>
<p>Claro que eu faço o exames, mas quando o médico pediu a minha primeira curva glicêmica pra ver se eu estava com diabete gestacional, ele me entregou o pedido médico e disse: “eu sei que vai dar positivo”. E não deu. Estava ótimo, nem perto de uma diabete gestacional. Além disso, ele fica acompanhando o peso –“nossa, não engordou, né?” –, a pressão arterial, me diz que eu preciso aferir com frequência para ver se não há hipertensão.</p>
<p>“Mas você nunca teve pressão alta? Nunca tive. Ah, tá.<br />
Mas você tem feito exercícios? Ah, eu caminho. Ah, tá.<br />
Mas e a sua alimentação? A minha alimentação é muito boa.”</p>
<p>Esse comportamento é partir do pressuposto de que eu fico o dia inteiro sentada comendo salgadinho e que a minha saúde vai estar uma porcaria por causa disso.</p>
<p>Quando eu engravidei, percebi uma grande preocupação de algumas pessoas que me cercam. Num primeiro momento vi reações do tipo “COMO ASSIM GRÁVIDA???”. Achei que eram por conta do meu filho mais novo ter 10 anos (e algumas reações de fato eram por conta disso). Até que veio o primeiro comentário do tipo “nossa, meu médico me mandou perder peso pra engravidar”.</p>
<p>Na minha primeira consulta com a obstetra do posto de saúde ouvi um “mas você tem certeza que está grávida?”. Falei que tinha feito exame de sangue e ela pediu um ultrassom. “Para confirmar”. Na segunda consulta, depois de ter visto a ultrassonografia, ela me pediu os exames de sangue. E me recomendou a suplementação vitamínica. Na terceira consulta, com os meus exames em mãos (todos ótimos), ela pediu pra me examinar. Deitei na maca, ela olhou para minha barriga e alguma coisa aconteceu ali. Ela não me mediu nem me apalpou. Pediu pra que eu descesse em seguida e fez um encaminhamento pra um centro de atendimento aqui da cidade. Anotou no encaminhamento “gestação de alto risco: obesidade”. Alguns dias depois fui atendida pelo obstetra que me atende agora. Ele claramente não via razão para eu estar ali. Disse que estava tudo ok comigo e eu fiquei mais tranquila.</p>
<p>Foi na consulta da 22ª semana que a gordofobia aconteceu, quando o médico me disse que tinha certeza de que teria diabete gestacional. Foi nesse dia que eu percebi que ele de fato não me conhecia. Que o sistema de saúde é puramente sobre números e não sobre indivíduos. A minha percepção é que meu médico não sabe quem eu sou. Quando ele atende, ele atende, pelo menos, mais umas 20 grávidas. Ele não vai lembrar quem sou. Além de ter outras pacientes, em outros dias, ele é professor e diretor de cirurgia fetal. Quem eu sou pra ele? Eu não existo. Eu sou um número, um prontuário. Ele não faz a menor ideia de que eu sou formada em nutrição, não tem a menor ideia como é a minha alimentação. Ele só vê um corpo gordo na frente dele. Então, ele parte do que ele estudou e a medicina fala que existe uma prevalência de 5% a mais de chance de uma paciente obesa desenvolver diabetes gestacional. Ele me joga nesses 5% sem ao menos saber quem eu sou, saber meu histórico.</p>
<p>Eu tenho consciência do motivo pelo qual ele está fazendo isso. Mas, eu também sei, que alguma outra mulher que seja contadora, economista, jornalista ou dona de casa que não tem nenhuma familiaridade de como funcionam essas pesquisas ou como funciona o meio médico, vai achar que o problema é ela. Ela nunca vai achar que é um problema do sistema de saúde que a gente vive, da forma como se vive a saúde no Brasil. Ela vai achar que a culpa é dela e é isso que me faz ficar muito brava. Isso me faz querer falar para as pessoas que o problema não é ela. O problema é todo o sistema. Essa postura é um desrespeito isso com a mulher. E, talvez, cinco minutos a mais de conversa resolveriam várias questões.</p>
<p>Uma coisa que me preocupa é o despreparo dos médicos com o meu corpo. Meus outros dois partos foram cesáreas e nesse, que também vai ser cesárea, eu vou fazer laqueadura. Eu fico preocupada se os médicos vão saber cortar uma pessoa que tem uma barriga com gordura. Vão saber dar ponto direito? Vão saber lidar com isso? Eu fico muito preocupada com essas questões. E também fico preocupada com as questões práticas como se vai ter um avental que me sirva ou uma cama em que eu caiba corretamente. Tem muito hospital que não está preparado para uma pessoa do meu tamanho. Isso é uma coisa que me preocupa profundamente. É uma forma de ser invisível. É a forma como eles dizem: “nossa, a gente nem esperava que uma pessoa do seu tamanho ficasse grávida.”</p>
<p>Eu vejo a nossa dignidade ser negada dentro do hospital desde o momento em que negam informações para gente e simplesmente vão fazendo os procedimentos sem nos explicar o que está acontecendo até esses detalhes de não ter um avental que te sirva, não ter uma maca. Na hora em que a gente tem que passar da maca pra cama, principalmente no pós parto, eu vejo a cara dos enfermeiros de “puta merda, eu vou ter que levantar essa mulher” e quando isso acontece, eu acabo me esforçando para fazer mais do que eu poderia fazer. Eu acabo fazendo força, acabo ajudando como eles falam. Isso é despreparo. É não estar preparado para um paciente que desviante daquilo que eles estão acostumados e isso gera um desconforto. A gente se sente incomodando quando deveria estar sendo amparada, acolhida. Num momento de fragilidade, isso é muito ruim. É muito ruim. Qualquer comentário negativo que aconteça nesse momento vai ser muito difícil.</p>
<p>Quando eu tive meu segundo filho, a enfermeira me usava como referencial. Falava pras outras mulheres “olha, a paciente do outro quarto é imensa e já está de pé, já tomou banho, deu banho no filho, já deu de mamar. Anda, levanta daí”. Era bem horrível. As pessoas precisam lembrar que ali não é só um prontuário, um número. É uma pessoa. São nesses momentos que eu me sinto invisível dentro do sistema de saúde.</p>
<p>No cotidiano, eu vejo essa invisibilidade de outras formas. Dia desses, eu entrei numa fila preferencial e quase me expulsaram porque eu não estou grávida, eu estou gorda. Eu tive que dizer que estou grávida, que tinha o direito de estar nessa fila e, é claro, recebi aqueles olhares. Transporte público eu nem cito porque é humilhante mesmo. As pessoas tem empurram. Elas sentem raiva por você estar grávida. É um absurdo. Essas 31 semanas de gestação foram tranquilas. O único problema que tive não tem absolutamente nada a ver com o meu tamanho. Minha pressão segue boa, meu ganho de peso até agora foram 3,5kgs. Não apresentei diabetes gestacional e recebi um elogio muito engraçado numa das ultrassonografias: minha médica disse que minha circulação é muito boa (ela estava checando as veias e artérias uterinas).</p>
<p>E não adianta: por mais que eu seja muito lúcida em relação ao meu corpo e à tudo isso, ver a Tess parir bem é uma vitória minha também. É um lembrete que tudo vai ficar bem, ainda que diariamente tentem me dizer o contrário.</p>
<p>Gravidez não é doença, eu ouvi desde pequena.<br />
Ser gorda também não.</p>
<p>&gt; Toda semana depoimentos reais sobre a relação das mulheres com a maternidade.</p>
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