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	<title>Mãe Geek &#187; Estudo</title>
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	<description>Blog para a mãe e pai geek, nerd, dork. Os post dão dicas e incluem assuntos sobre tecnologia, internet, gadgets, videogames, brinquedos, filmes, livros, viagens, etc..</description>
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		<title>A falsa moral contra os games</title>
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		<pubDate>Thu, 24 May 2018 19:52:14 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Mari Eva]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
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		<description><![CDATA[O pesquisador em Ciências Criminais Salah H. Khaled Jr lançou este mês o livro ‘Videogame e violência: cruzadas morais contra os jogos eletrônicos no Brasil e no mundo’. Segue abaixo a entrevista que concedeu ao jornal O Globo. Achamos muito interessante: O senhor afirma que a sociedade mantém um antigo protesto moral contra os games....]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>O pesquisador em Ciências Criminais Salah H. Khaled Jr lançou este mês o livro ‘Videogame e violência: cruzadas morais contra os jogos eletrônicos no Brasil e no mundo’. Segue abaixo a entrevista que concedeu ao jornal O Globo. Achamos muito interessante:</p>
<p><strong>O senhor afirma que a sociedade mantém um antigo protesto moral contra os games. Quando ele começou?</strong></p>
<p>A cruzada contra os games remete à década de 1970, com um jogo chamado “Death race”, que pegou emprestado o nome de um filme. Mas havia uma diferença básica, e que foi deliberadamente ignorada pela imprensa na época: no longa-metragem, seres humanos são atropelados; no game, são monstros. Em entrevista a uma repórter, um psicólogo que trabalhava com detentos agressivos disse que eles teriam adorado esses desafios. Portanto, espalhou-se a noção de que os games provocam um interesse mórbido, e que seus adeptos teriam algum problema. Com o tempo, a criminalização cultural ficou ainda mais intensa.</p>
<p><strong>A imprensa destacou como os dois jovens envolvidos no massacre de Columbine, nos EUA (1999), adoravam o game de tiro “Doom”. Isso aumentou a hostilidade da opinião pública contra esses jogos?</strong></p>
<p>Sim. Vale ressaltar que, mais uma vez, trata-se de um jogo cujo alvo não são seres humanos. Ainda assim, as associações antigames encomendaram pesquisas que buscassem uma confirmação científica do perigo representado por esses jogos. Até hoje centenas de acadêmicos se dedicam a isso. Mas muitos estudiosos rechaçam essas teorias. Sabem que existe um falso moralismo contra games. Isso não é ciência.</p>
<p><strong>No livro, o senhor afirma que a condenação aos jogos é benéfica à Associação Nacional de Rifles dos EUA (NRA). Por quê?</strong></p>
<p>Os games são usados como bodes expiatórios pela NRA, que defende a posse de armas de fogo, vendidas sem um sistema de checagem de eventuais problemas mentais de seus usuários. Após tragédias como Columbine, representantes da associação disseram que não é a arma que mata as pessoas, e sim os games. Formou-se, assim, uma cortina de fumaça. Prova disso é que, em fevereiro, após um tiroteio em uma escola na Flórida que resultou em 17 mortes, o presidente Donald Trump convocou uma reunião cujo tema eram games violentos. O desarmamento não foi debatido.</p>
<p><strong>Como controlar o acesso de crianças e adolescentes a esses games?</strong></p>
<p>Uma organização criada no final da década de 1980 faz a classificação indicativa dos jogos de acordo com a faixa etária. Mais de 30 mil foram avaliados. E menos de uma dezena tem aquilo que pode ser considerado discurso de ódio, como a incitação ao estupro. No Brasil, alguns games voltados para adultos foram banidos, supostamente para que as crianças não os vejam. Ora, se o produto informa que o acesso é restrito para crianças, cabe aos pais controlar os filhos.</p>
<p><strong>Por que, apesar da vigilância da imprensa, de cientistas e associações, os jogos violentos são tão populares?</strong></p>
<p>Nossa vida é entediante, regida por controles nas áreas de trabalho, finanças, leis. Um game que aborda a violência permite aos jogadores desempenhar uma conduta que, na vida real, levaria a danos de terceiros. Na criminologia, chamamos isso de “sedução da transgressão”. É a tentativa de afirmação da liberdade individual, uma forma inofensiva de experimentar as agressões. Se os jogos fossem tão influentes a ponto de incentivar pessoas a cometer algum dano, o lançamento de um novo game seria acompanhado por um pulo nas estatísticas criminais. E isso nunca foi confirmado em pesquisas.</p>
<p><strong>O governo americano recorreu a um game, “America’s army”, para atrair jovens para o Exército em 2002. Já o “Muslim massacre”, criado por um usuário de fórum on-line, incentivou o genocídio religioso. Os jogos eletrônicos estão arrastando os jovens para a guerra?</strong></p>
<p>Sim, eles podem ser usados como ferramentas de propaganda. “America’s army” foi feito para reduzir os gastos do Exército dos EUA com o recrutamento de soldados. Já o “Muslim massacre” é puro discurso de ódio, algo que deve ser condenado por ultrapassar todos os limites. Ambos são exemplos de como os games, que deveriam ser inofensivos, são carregados de ideologias, que podem ser tanto ligadas ao governo americano quanto a um grupo terrorista.</p>
<p><a href="http://www.maegeek.com.br/wp-content/uploads/2018/05/game3.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-3107" alt="game3" src="http://www.maegeek.com.br/wp-content/uploads/2018/05/game3-550x239.jpg" width="550" height="239" /></a></p>
<p><strong>Qual é a situação dos jogos violentos no Brasil?</strong></p>
<p>Em 2016, José Eduardo Cardozo, ministro da Justiça do governo Dilma Rousseff, afirmou que a “apologia à violência” dos games alimenta a criminalidade. Há jogos que são proibidos no país sem que os magistrados os conheçam. Ou seja, todo o processo é baseado apenas na moral do juiz. Hoje tramitam no Congresso projetos de lei que reivindicam a proibição de determinados jogos. Vivemos uma sociedade autoritária em que as autoridades apitam no que podemos consumir. Ignora-se que a liberdade de expressão artística é um direito assegurado pela Constituição.</p>
<p><strong>Qual é o futuro dos games violentos?</strong></p>
<p>É pouco provável que o pânico moral desapareça completamente. Certas cenas sempre vão causar algum desconforto. Mas os jogos eletrônicos são um fenômeno que só tende a crescer e ganhar espaço na cultura contemporânea, uma indústria multimilionária que rivaliza com Hollywood, mesmo diante de tantos opositores. Há jogadores profissionais considerados celebridades, seguidos por milhares de pessoas nas redes sociais. Em junho, a Arena do Mineirinho, em Belo Horizonte, sediará uma liga esportiva profissional de games, e 30 mil ingressos já foram vendidos. Já estou me aproximando dos 50 anos e não tenho mais os mesmos reflexos, mas quero ver de perto como é esse fenômeno.</p>
<p>Via <a href="https://oglobo.globo.com" target="_blank">O Globo</a></p>
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		<title>É possível blindar bebês contra tecnologia?</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Mar 2014 11:21:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Mari Eva]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando meu primeiro filho nasceu, faz quase 8 anos atrás, ainda não existia iPhone ou iPad. As dúvidas sobre minha gravidez eu tinha que perguntar pras pessoas conhecidas, ler livros sobre o tema, fazer aulas de yoga pra trocar uma idéia com outras gestantes. O meu segundo filho já foi bem diferente, consultava fóruns e...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div style="background-color: white; color: #555555; font-family: 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 22.5px; margin-bottom: 1.5em; margin-top: 0.75em;">
<div style="text-align: justify;">Quando meu primeiro filho nasceu, faz quase 8 anos atrás, ainda não existia iPhone ou iPad. As dúvidas sobre minha gravidez eu tinha que perguntar pras pessoas conhecidas, ler livros sobre o tema, fazer aulas de yoga pra trocar uma idéia com outras gestantes. O meu segundo filho já foi bem diferente, consultava fóruns e blogs sobre o tema, anotava as contrações e depois mamadas em apps específicos. Junto com o desenvolvimento dos nossos filhotes vem nosso mundo e tudo que nos rodeia.</div>
</div>
<div style="background-color: white; color: #555555; font-family: 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 22.5px; margin-bottom: 1.5em; margin-top: 0.75em;">
<div style="text-align: justify;">É claro para todos nós que a tecnologia nos ajudou a lidar com o nosso dia a dia de tal forma que hoje não conseguimos mais tira-la de nossas vidas. Mas nossos bebês, assim como nós, também absorvem esse mundo novo e fascinante. Por que não se interessar por esses aparelhinhos brilhantes que tocam musiquinha e nossos pais tanto gostam?</div>
</div>
<div style="background-color: white; color: #555555; font-family: 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 22.5px; margin-bottom: 1.5em; margin-top: 0.75em;">
<div style="text-align: justify;">Um estudo da &#8220;Common Sense Media&#8221; nos USA diz que 38% das crianças menores de 2 anos já usaram um aparelho de celular mesmo os pediatras desencorajando a ação para os primeiros anos de vida de um bebê. E faz sentido, a interação com pessoas reais é muito mais valiosa para nossos pequenos do que as telas.</div>
</div>
<div style="background-color: white; color: #555555; font-family: 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 22.5px; margin-bottom: 1.5em; margin-top: 0.75em;">
<div style="text-align: justify;">Eu amo tecnologia mas, ao mesmo tempo, fico pensando em como proteger meus filhos dela o máximo possível. Apesar de adorar e escrever sobre apps, sei que existem vários incríveis e também educacionais, não incentivo seu uso para menores de 2 anos.</div>
</div>
<div style="background-color: white; line-height: 22.5px; margin-bottom: 1.5em; margin-top: 0.75em;">
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #555555; font-family: 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 15px;">Mas sei que as vezes parece que estou dando murro em ponta de faca, quando vejo </span><span style="color: #555555; font-family: 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 15px;">a quantidade de apps feitos para bebês, as cadeiras de balanço com suporte para iPad ou </span><span style="background-color: transparent; color: #555555; font-family: 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 15px;">o lançamento de um iPinico </span><span style="font-family: inherit;"><span style="background-color: transparent; color: #555555;">(</span><span style="background-color: transparent; box-sizing: border-box; line-height: 1.3; text-rendering: optimizelegibility;">iPotty</span><span style="background-color: transparent; color: #555555;">)</span></span><span style="background-color: transparent; color: #555555; font-family: 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 15px;"> como este</span><span style="color: #555555; font-family: 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 15px;">.</span></div>
</div>
<div style="background-color: white; color: #555555; font-family: 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 22.5px; margin-bottom: 1.5em; margin-top: 0.75em;">
<div style="text-align: justify;">Sei que é mais fácil manter as crianças ocupadas nos tablets, celulares, laptops ou tvs quando precisamos fazer algo. E as vezes precisamos de momentos de tranquilidade para fazer algo mas não acho que entregar esses aparelhinhos a crianças tão pequenas seja uma boa idéia. Uma foto como está me dá arrepios.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" href="http://4.bp.blogspot.com/-n9YG_0yceeA/UyBCg7f4UUI/AAAAAAAAC-Y/Ap7IRWyX-rY/s1600/balancopad.jpg"><img alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-n9YG_0yceeA/UyBCg7f4UUI/AAAAAAAAC-Y/Ap7IRWyX-rY/s1600/balancopad.jpg" width="320" height="180" border="0" /></a></div>
<div style="clear: both; text-align: center;"></div>
<div style="text-align: justify;">Ao mesmo tempo a realidade de hoje é totalmente diferente à realidade de 10 anos atrás. Como fazer que nossos filhos se comportem diferente a tudo o que vêm à sua volta. Eles certamente notam toda a população olhando para celulares em lugares públicos. A tecnologia é invasiva.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Sei que meu filhos tem um mundo de tecnologias a sua frente na vida mas meu desejo como mãe, nesta fase que se encontram, é que desfrutem os simples prazeres da vida real primeiro.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Tem algo pra acrecentar? Conte sua experiência com tecnologia e/ou sua opinião nos comentários e fazemos um novo post com a experiência de vcs.</div>
</div>
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		<title>Novo estudo descobre que video-game ensina crianças a tomar decisões éticas</title>
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		<pubDate>Mon, 17 Jun 2013 20:03:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Mari Eva]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um estudo da University of Victoria em British Columbia no Canadá sugeriu que as crianças que  jogam video-games desenvolvem uma base para a responsabilidade social e se transformam em bons cidadãos quando crescem. O estudo examinou crianças entre 13 e 17 anos durante um período de 5 anos e foi conduzido pela Dra Kathy Sanford....]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div style="clear: both; text-align: center;"><a style="clear: left; float: left; margin-bottom: 1em; margin-right: 1em;" href="http://4.bp.blogspot.com/-Br15FQFIHEE/UbpczxG3dPI/AAAAAAAACgU/tFzZBeVS9Mc/s1600/imgres.jpeg"><img alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-Br15FQFIHEE/UbpczxG3dPI/AAAAAAAACgU/tFzZBeVS9Mc/s1600/imgres.jpeg" border="0" /></a></div>
<div style="text-align: justify;">Um estudo da <b>University of Victoria</b> em British Columbia no Canadá sugeriu que as crianças que  jogam video-games desenvolvem uma base para a responsabilidade social e se transformam em bons cidadãos quando crescem.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">O estudo examinou crianças entre 13 e 17 anos durante um período de 5 anos e foi conduzido pela Dra Kathy Sanford. Ela disse que ficou surpresa em ter encontrado nos participantes preocupações em relação a decisões de moral e ética, e ela relacionou isso com o que fazem no jogo. Kathy também notou que as crianças percebiam um forte efeito casual entre as acções e suas consequências, além de conseguir resolver problemas de forma ativa e eficiente.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">&#8220;Eles tem que negociar com o grupo, entender as forças e fraquezas dos jogadores e trabalhar junto com outros membros. Os jogadores percebem muito mais o que acontece a seu redor do que sair aleatoriamente matando gente.&#8221; Diz a Dra Kathy. O jogo, segundo ela, também ajuda crianças a aprender a liderar e tomar decisões éticas.</div>
<div style="text-align: justify;">Isso vai contra algumas crenças colectivas de que os video-games sugerem violência e são nocivos às crianças. A descoberta da Dra Kathy Sanford mostram um caminho totalmente diferente disso. &#8220;Os jogadores contam como se sentem quando fazem algo com consequência negativa para as pessoas. Isso faz com que se sentim mal e eles não gostam de se sentir mal.&#8221;</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="clear: both; text-align: center;"></div>
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