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	<title>Mãe Geek &#187; educacao</title>
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	<description>Blog para a mãe e pai geek, nerd, dork. Os post dão dicas e incluem assuntos sobre tecnologia, internet, gadgets, videogames, brinquedos, filmes, livros, viagens, etc..</description>
	<lastBuildDate>Mon, 02 Sep 2019 20:16:18 +0000</lastBuildDate>
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		<title>Sobre amor e respeito entre pais e filhos</title>
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		<pubDate>Sat, 15 Apr 2017 16:14:40 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Mari Eva]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Educação]]></category>
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		<description><![CDATA[Como educar nossos filhos? A pergunta constante em nossas cabeças. Mas será que nossos pais se faziam essa pergunta o tempo todo? Será que não era mais leve pra eles a questão da educação? O que mais importava para eles? Ser amado pelos filhos ou respeitado? Eu acho que impor limites é essencial para a...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Como educar nossos filhos? A pergunta constante em nossas cabeças. Mas será que nossos pais se faziam essa pergunta o tempo todo? Será que não era mais leve pra eles a questão da educação? O que mais importava para eles? Ser amado pelos filhos ou respeitado?</p>
<p>Eu acho que impor limites é essencial para a educação deles. Pode parecer ruim por momentos e vemos que os filhos muitas vezes reclamam mas depois percebo que eles ficam agradecidos por esse limite, que eles se sentem mais a vontade e entendem melhor o que fazer quando os limites fazem parte da rotina.</p>
<p>Por acaso, recebi um vídeo de uma amiga de uma entrevista do psicólogo Rossandro Klinjey sobre o tema. E ele aborda uma questão interessante. Ele diz que antigamente os pais se preocupavam em impor respeito aos filhos e hoje os pais querem ser amados por seus filhos, mas as crianças e adolescentes não tem sofisticação para amar ainda. Assim, os pais não conseguem nem o amor e nem o respeito de seus filhos e acabam criando pessoas com incapacidade de suportar que a vida que nem sempre é favorável. </p>
<p>Ele comenta que pegar um filho pra fazer um bolo, por exemplo, é muito bom para trabalhar a resiliência da criança. Acaba sendo uma experiencia rica de esperar o tempo para essa geração ansiosa. </p>
<p>Olha que interessante esse vídeo abaixo e depois me conta o que você acha.</p>
<p><iframe width="560" height="315" src="https://www.youtube.com/embed/3fbF6IF5Cz8" frameborder="0" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Rossandro Klinjey é um psicólogo que mora em Campina Grande, Paraíba e tem mestrado em Saúde Coletiva, especializado nas áreas de Recursos Humanos e Gestão de Pessoas, Professor da Faculdade FACISA.</p>
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		<title>Férias Geek no Rio</title>
		<link>http://www.maegeek.com.br/ferias-geek-no-rio/</link>
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		<pubDate>Wed, 28 Dec 2016 02:24:56 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Bianca Jhordão]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Sem categoria]]></category>
		<category><![CDATA[colonia de férias]]></category>
		<category><![CDATA[crianças]]></category>
		<category><![CDATA[crianças de 3 a 10 anos]]></category>
		<category><![CDATA[cultura pop]]></category>
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		<description><![CDATA[Rio 40 graus, verão no auge, férias escolares. O que fazer com as crianças cheias de energia? A novidade é que o Mundinho Geek e o Planetário da Gávea irão realizar duas colônias de férias super bacanas que unem educação, cultura pop e muita diversão. De 9 a 13 de janeiro, acontece no Espaço Telezoom, no...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Rio 40 graus, verão no auge, férias escolares. O que fazer com as crianças cheias de energia?</p>
<p>A novidade é que o Mundinho Geek e o Planetário da Gávea irão realizar duas colônias de férias super bacanas que unem educação, cultura pop e muita diversão.</p>
<p>De 9 a 13 de janeiro, acontece no Espaço Telezoom, no Humaitá, a segunda edição da colônia de férias do <strong>Mundinho Geek</strong>, para crianças dos 3 aos 9 anos. Entre as atrações programadas: oficinas de stop motion, artes visuais, culinária nerd, atividades educativas, contação de histórias, roda de musicalização, quiz nerd e desfile cosplay. E cada mini geek ainda poderá escolher um responsável adulto para acompanhá-lo numa visita ao Museu Light da Energia (o transporte já está incluído).</p>
<p>Para encerrar a semana em grande estilo, os pequenos geeks entrarão no universo lúdico com a festa dos super-heróis! Serão duas turmas: a Baby, destinada a crianças dos 3 aos 5 anos, e a Kids, para crianças entre 6 e 9 anos.</p>
<p>De 16 a 20 de janeiro, é a vez do Planetário da Gávea. Crianças dos 6 aos 10 anos poderão participar da colônia de férias <strong>Brincando e Aprendendo Astronomia</strong>, que terá entre as atrações um bate-papo diário com astrônomos na cúpula do Planetário; Arena Jedi, com ensinamentos e duelos com um Mestre Jedi caracterizado; Oficina de Stêncil em que as crianças criam desenhos ligados a astronomia usando moldes; Oficina de Stop Motion; Oficina de Naves Espaciais e ET, em que a criança aprende a criar naves e ETs com itens reciclados; Oficina de Light Painting, que ensina técnicas de fotografia com a luz em movimento; e Oficina de Cosplay Alienígena, com customização de camisetas e confecção de acessórios extraterrestres. Além de uma visita ao Museu Light de Energia.</p>
<p>As duas colônias são produzidas pela Imagem Cultural, responsável pelo educativo do Museu Light da Energia e de diversos projetos infantis no Planetário da Gávea. &#8220;- O Mundinho Geek foi criado com a intenção de fazer com que as crianças aprendam brincando, em um ambiente carinhosamente pensado para elas. Acreditamos que as crianças aprendem com mais prazer, quando são estimuladas a brincar. Isso é algo que já aplicamos há alguns anos na colônia de férias do Planetário e sempre teve resultados muito positivos&#8221; – explica Juliana Rodrigues, que está à frente das duas colônias.</p>
<p>O MãeGeek irá participar da colônia &#8220;Brincando e Aprendendo Astronomia&#8221;, já garantimos nossa vaga! Garanta a sua também, será épico!</p>
<p>Confira todos os detalhes abaixo e nos vemos lá! :)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>SERVIÇO</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><b></b><strong>Colônia de férias Mundinho Geek</strong></p>
<p>Data: 09 a 13/01 de 2017</p>
<p>Local: Espaço Telezoom &#8211; Rua Miguel Pereira nº 38, no Humaitá</p>
<p>Informações: 9 6907-2480/ 2220-5243 (segunda a sexta, das 11h às 17h)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline">Turma Baby</span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline">Horário: 08h30 às 12h</span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline">Faixa etária 03 a 05 anos</span></strong></p>
<p>Inscrições para a semana: R$490,00 (para pagamentos até 31/12) e R$520,00 (em janeiro)</p>
<p>Diária: R$140,00 (somente via depósito bancário)</p>
<p>Onde comprar: <a href="http://www.mundinhogeek.com.br/">www.mundinhogeek.com.br</a></p>
<p>ou pelo e-mail <a href="mailto:feriasmundinhogeek@gmail.com">feriasmundinhogeek@gmail.com</a> (depósito bancário)</p>
<p><span style="text-decoration: underline"> </span></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline">Turma Kids</span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline">Horário: 13h30 às 17h</span></strong></p>
<p><strong><span style="text-decoration: underline">Faixa etária: 06 a 09 anos</span></strong></p>
<p>Inscrições para a semana: R$490,00 (para pagamentos até 31/12) e R$520,00 (em janeiro)</p>
<p>Diária: R$140,00 (somente via depósito bancário)</p>
<p>Onde comprar: <a href="http://www.mundinhogeek.com.br/">www.mundinhogeek.com.br</a></p>
<p>ou pelo e-mail <a href="mailto:feriasmundinhogeek@gmail.com">feriasmundinhogeek@gmail.com</a> (depósito bancário)</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Inclui: Oficina de stop motion, oficina de artes visuais, oficina de culinária nerd, atividades educativas, roda de musicalização, quiznerd, desfile cosplay, contação de histórias, oficina de naves espaciais, festa de super-heróis, visita ao Museu Light da Energia com transporte (para a criança inscrita + um responsável adulto).</strong></p>
<p><b> </b></p>
<p><strong>*Programação sujeita a alteração sem aviso prévio.</strong></p>
<p><strong>*As turmas acontecem com quórum mínimo de 13 crianças.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong></strong><strong> </strong></p>
<p><strong>Colônia de férias Brincando e Aprendendo Astronomia</strong></p>
<p>Data: 16 a 20 de janeiro de 2017</p>
<p>Local: Planetário da Gávea &#8211; Rua Vice-Governador Rúbens Berardo, 100 – Gávea</p>
<p>Faixa etária: 6 a 10 anos</p>
<p>Horário: 13h às 17h</p>
<p>Inscrições: R$ 360,00 (para pagamentos até dia 31/12) e R$ 390,00 (em janeiro)</p>
<p>Diária: R$ 85,00</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Inscrições pelo e-mail: <a href="mailto:feriasnoplanetario@gmail.com"><b>feriasnoplanetario@gmail.com</b></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Inclui: Bate-papo com astrônomos, Arena Jedi (ensinamentos e duelos com um Mestre Jedi caracterizado), Oficina de Stêncil (as crianças criam desenhos ligados a astronomia usando moldes), Oficina de Stop Motion, Oficina de Naves Espaciais e ET, Oficina de Light Painting, Oficina de Cosplay Alienígena, além de uma visita ao Museu Light de Energia.</strong></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>*Programação sujeita a alteração sem aviso prévio.</strong></p>
<p><strong> <a href="http://maegeek.r7.com/wp-content/uploads/2016/12/Colonia_ferias_02.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-2244" alt="colonia_ferias_02" src="http://maegeek.r7.com/wp-content/uploads/2016/12/Colonia_ferias_02-550x366.jpg" width="550" height="366" /></a></strong></p>
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		<title>Seu filho não é o centro do mundo ou é?</title>
		<link>http://www.maegeek.com.br/daniel-becker/</link>
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		<pubDate>Mon, 25 Jul 2016 18:56:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Mari Eva]]></dc:creator>
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		<category><![CDATA[Educação]]></category>
		<category><![CDATA[Estudo]]></category>
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		<category><![CDATA[Daniel Becker]]></category>
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		<description><![CDATA[Seu filho deve aprender que não é o centro do mundo, tem que aprender a lidar com riscos e frustrações, ter suas próprias experiências segundo o pediátra Daniel Becker criador da Pediatria Integral. A filosofia do centro consiste em não apenas tratar e prevenir doenças, mas cuidar do bem estar emocional, social e até espiritual...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Seu filho deve aprender que não é o centro do mundo, tem que aprender a lidar com riscos e frustrações, ter suas próprias experiências segundo o pediátra Daniel Becker criador da <a href="http://pediatriaintegral.com.br/" target="_blank">Pediatria Integral</a>. A filosofia do centro consiste em não apenas tratar e prevenir doenças, mas cuidar do bem estar emocional, social e até espiritual da criança e da família.</p>
<p>Daniel Becker se formou pela UFRJ, estudou na França, escreveu livros sobre pediatria, trabalhou em campo de refugiados na Tailândia e iniciou em favelas do Rio de Janeiro uma experiência inovadora na assistência à população de baixa renda em áreas urbanas, o que levou a à criação do CEDAPS.</p>
<h2>1. Na sua palestra no Ted, você diz que um dos pecados contra a infância é a “entronização”. O que isso significa? Estamos colocando nossas crianças em um trono?</h2>
<p>A gente vive em tempos de hipervalorização da infância tanto pela mídia quanto pretensamente pela família e pela sociedade. Mas na verdade a infância é desvalorizada naquilo que ela tem de real, na sua essência. Um dos fatores que explica esse paradoxo é a falta de intimidade e de convivência entre pais e filhos por causa das questões da vida moderna. E quando estão juntos, os pais não conhecem essas crianças, não sabem lidar com elas. Estão estressados com os seus trabalhos, estão viciados nos seus telefones e não querem também se submeter à desaprovação social de uma criança que chora ou se comporta mal. Acaba que essa criança não tem direito de se manifestar de forma negativa, que faz parte do comportamento infantil. Ela não pode fazer uma birra, dizer “não”, chorar, explorar seus limites de atuação no mundo. Como os pais não sabem lidar com essas situações, a criança acaba tendo todos os seus desejos realizados, não lhe colocam limites, não lhe dizem que ela tem que lidar com a frustração. A gente quer calar a qualquer custo o mal estar. Então para parar com o chilique, a gente acaba cedendo. Ao invés de aprender as regras de convivência, a criança passa a ser uma rainha que dita as normas, os programas, os horários.</p>
<h2>2. E o pecado que você chama de “superproteção da infância”?</h2>
<p>A superproteção é impedir que as crianças tenham suas próprias experiências. A gente está presente o tempo todo, aquilo que os americanos chamam de “helicopter parent”, pais que ficam flutuando em torno das crianças fazendo com que elas não tenham a experiência do mundo, justamente porque os pais se interpõem entre o mundo e a criança. Elas ficam impedidas de lidar com o risco, com a aventura, com as relações interpessoais, com os problemas da escola, com a dor, com os machucados. Se a criança tem um problema com uma outra criança, os pais se interpõem para resolver a questão, no playground não deixam ela se arriscar a subir mais alto no trepa-trepa. É claro que ninguém quer que o filho quebre um dedo ou receba um ponto, mas são experiências da infância. A criança tem que ter a experiência do risco, do machucadinho e da frustração. Outra coisa muito grave é que para evitar os perigos do mundo, as famílias ficam muito em casa, se expõem pouco à natureza, as praças e as praias. Os riscos desses lugares existem e temos que lidar com eles, pois fazem parte da vida.</p>
<h2>3. Qual o prejuízo real para crianças que não sabem ouvir a palavra “não”? O que vai ser (ou já está sendo) dessa geração sem limites?</h2>
<p>Eu já vi criança dormindo às duas da manhã, já vi criança de dois anos que comanda o que tem na geladeira e no armário da despensa. Outras que determinam o programa da família nos fins de semana, se elas não querem sair, ninguém sai. Pais que deixam a criança de 3 anos ficar horas na televisão porque não sabem desligar o aparelho e deixar ela ficar frustrada. Criança que come o biscoito ao invés da comida, que ganha o presente depois de ter se jogado no chão do shopping. Isso tudo causa um prejuízo enorme, tanto na qualidade de vida dessa família, quanto na psiquê, na emocionalidade dessa criança. Ela precisa saber que a sua vida tem limites, que a sua influencia tem limites, que o mundo não gira em função do seu umbigo. Muitos meninos e meninas dessa geração vão levar isso para a vida adulta e não só terão dificuldades de convívio como vão quebrar a cara nos seus ambientes de trabalho e em relacionamentos interpessoais. Porque nem sempre a vida vai acolher esse tipo de onipotência que é resultado de uma educação cheia de falhas nesse sentido.</p>
<h2>4. A culpa que os pais carregam é a grande vilã nessa história?</h2>
<p>Eu tenho muito medo da gente restringir a questão à responsabilidade da família. A família é responsável sim, tem que saber lidar com a frustração, o choro, as emoções negativas da criança, tem que saber mostrar a ela que esses momentos passam, que estas situações vão deixar ensinamentos importantes. Os pais sentem culpa porque não estão presentes na vida dela e quando estão juntos querem dar coisas demais. A gente briga com essa história de dar presente, ao invés de dar presença. Muitas vezes o tal “deficit de atenção” é deficit de atenção de pai e mãe que a criança sofre. Mas a gente tem que justamente tomar muito cuidado para não piorar isso dizendo que os pais são os culpados porque o que leva a tudo isso é a vida moderna, é a perda de referências, é a falta de capacidade de aprender com as gerações anteriores, com a experiência dos outros, é a invasão do tempo de trabalho e do tempo de entretenimento no tempo em família, é o vício do smartphones. Tudo isso tem que ser pesado na compreensão desse fenômeno da entronização e da superproteção da infância, a gente não pode restringir a responsabilidade e nem as soluções apenas a nível familiar.</p>
<h2>5. A justificativa sincera de muitos pais é de que eles fazem o melhor que podem, trabalham o dia todo, batalham para dar conforto aos filhos, chegam exaustos em casa. É até mesmo controverso: as pessoas querem ter filhos mas não conseguem ter tempo de conviver com eles. Como resolver este impasse?</h2>
<p>As pessoas querem ter filhos e imaginam que tudo vai ser um mar de rosas. Elas têm que ter consciência de que vão ter filhos neste mundo em que vivem: nas grandes cidades, muitas vezes com a falta de presença de familiares, com trabalhos que demandam excessivamente, com transporte que fazem elas chegarem tarde em casa, isso tudo tem que ser incorporado por um casal quando eles planejam filhos. Planejar ter filho é ver o futuro. Claro que a maioria das pessoas não faz isso, a gente quer ter filho, a gente quer reproduzir a nossa própria genética, isso faz parte de um mandato biológico. Mas hoje em dia a gente tem que pensar nas condições de vida que essa criança vai nascer e como nós vamos dedicar o nosso tempo a ela. Isso faz parte da responsabilidade de um casal. É preciso planejar a carreira, o local de trabalho para que a convivência familiar seja maximizada, para que a criança cresça com a presença dos pais, dos avós, tios, primos. Escolher um lugar para morar com natureza por perto. De novo a gente não pode reduzir a solução deste impasse a nível da família, a gente tem que tentar pensar na sociedade como um todo. A sociedade brasileira é insegura, desigual e cheia de problemas e isso influencia nas condições de vida das famílias.</p>
<h2>6. O video americano “Childhood is not a mental disorder” já deu o que falar sobre o uso exagerado de remédios em crianças para controlar “doenças do comportamento”? Você concorda que é preciso ter muito cuidado com os diagnósticos?</h2>
<p>Eu gosto muito desse vídeo e ele traz mesmo uma dimensão terrível do que a sociedade está fazendo com a infância. O mercado pressiona a família por soluções fáceis, todo mundo quer resolver os problemas imediatamente. A energia da criança está sendo reprimida. É claro que o comportamento dela vai ser muito afetado por todas as questões que eu já citei, podendo se rebelar, ter insônia, desatenção, brigar na escola, ser impulsiva. Em vez da gente repensar como oferecer a estas crianças uma infância melhor, mais saudável, mais verdadeira, o que o mercado propõe é que elas sejam medicalizadas. A indústria de diagnósticos e de remédios é monstruosa e crescente. No Brasil, a Ritalina é o principal remédio usado para criança. Em 10 anos a venda de Ritalina subiu de 75 mil caixas para 2 milhões de caixas. O Ministério da Saúde agora está estabelecendo uma regulação para a venda do remédio. A gente não pode negar que essas doenças existem, o TDAH (Transtorno de Déficit de Atenção e Hiperatividade) é uma doença grave, mas ela atinge um pequeno número de crianças. A grande maioria desses diagnósticos está sendo feita de forma arbitrária, sem critério suficiente, eu diria até perversa. É preciso mudar o comportamento da família ou ir para psicoterapia, terapia ocupacional, fisioterapia, fonoaudiologia, que são benéficas para este tipo de problemas e poderiam ser tentadas antes e de forma mais eficaz. Porque o remédio vai ter efeitos colaterais, vai rotular esta criança, como o video expõe muito bem, vai colocar na cabecinha dela que ela é apenas um transtorno e não uma criança que tem potencialidades múltiplas e possibilidades infinitas para o seu futuro. Tem a historia de uma mãe que levou a filha ao pediatra porque achava que ela tinha problemas e o pediatra deixou a criança com uma música e saiu da sala por alguns minutos com a mãe. Eles ficaram observando a criança do lado de fora, enquanto ela dançava o tempo todo. E o pediatra disse: “Sua filha não tem um problema, sua filha é uma bailarina, leve-a para uma aula de ballet e vão ser felizes”. Gillian Barbara Pyrke, a menina da historia, se tornou uma famosa coreógrafa da Broadway. Quantos gênios, artistas, cientistas nós não estamos perdendo medicando e rotulando essas crianças?</p>
<h2>7. Quais as suas dicas para criarmos “crianças como crianças”?</h2>
<p>Acolher as crianças nas suas emoções. Especialmente as crianças pequenas têm uma racionalidade limitada e uma emocionalidade muito grande. Se ela está com raiva, você pode dizer pra ela “você está com muita raiva”. E mostrar de forma teatral o que está acontecendo com ela, fazê-la entender o sentimento que ela está tendo e dar permissão para ela sentir essas emoções, tanto negativas quanto positivas. Acolher também os desejos: “você quer esse brinquedo, eu sei que você quer muito ele, eu te entendo, mas a mamãe não pode comprar ele agora”. Isso quebra um pouco esse mecanismo da birra. Ter convivência com os nossos filhos, oferecer a eles oportunidades de conversa, de refeições em família, de sair na rua juntos, brincar nos parques, subir no trepa-trepa, ralar o joelho no chão, cair do skate (com capacete!), subir numa árvore, levar um zero, aprender com a frustração. Tudo isso é importante para formar uma criança mais feliz e um adulto mais íntegro, preparado para conviver com o outro. Pra saber respeitar o outro a primeira coisa que a criança tem que entender é que ela não é o centro do mundo. Ela é um membro da família e ter relações igualitárias com os outros membros da família vai fazê-la entender que ela vive numa sociedade. Esse é o nosso papel como pais.</p>
<p><a href="http://maegeek.r7.com/wp-content/uploads/2016/07/dr-danielbecker-696x476.jpg"><img class="alignleft  wp-image-1847" alt="dr-danielbecker-696x476" src="http://maegeek.r7.com/wp-content/uploads/2016/07/dr-danielbecker-696x476.jpg" width="557" height="381" /></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Fonte: Revista Pazes http://www.revistapazes.com/</p>
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		<item>
		<title>Ciência e a Astronomia para as crianças do Rio</title>
		<link>http://www.maegeek.com.br/ciencia-e-a-astronomia-para-as-criancas-do-rio/</link>
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		<pubDate>Thu, 13 Nov 2014 21:10:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Mari Eva]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Se você mora no Rio de Janeiro ou está de passeio no dia 19 de novembro pela cidade maravilhosa, leve seu(s) pequeno(s) entre 3 e 7 anos para descobrir Ciência e Astronomia de uma forma lúdica e especial. Uma aventura com música, muitas de histórias, apresentações teatrais e uma viagem às estrelas e ao universo....]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Se você mora no Rio de Janeiro ou está de passeio no dia 19 de novembro pela cidade maravilhosa, leve seu(s) pequeno(s) entre 3 e 7 anos para descobrir Ciência e Astronomia de uma forma lúdica e especial.</p>
<p>Uma aventura com música, muitas de histórias, apresentações teatrais e uma viagem às estrelas e ao universo. A Fundação Planetário, a Secretaria Municipal de Cultura e o Consórcio Construtor Rio Barra (CCRB) convidam as crianças para a inauguração do projeto Estação Educativa, que serão uma série de eventos especiais que vão dinamizar as sessões de cúpula e visitas orientadas ao Planetário, bem pertinho da futura estação do metrô no bairro da Gávea.</p>
<p>As crianças vão poder percorrer os corredores do Museu do Universo, descobrindo a Astronomia de uma maneira divertida e inesquecível. Também haverá distribuição de mochilas espaciais para as crianças feitas de garrafas PET.</p>
<p>Com uma linguagem lúdica, atores, artistas visuais e músicos serão os mediadores, para mostrar às crianças o quanto a Ciência é importante e como está próxima do seu dia a dia. O objetivo é conhecer ao Sistema Solar, desviando dos asteroides e cometas. Os pequenos também vão poder brincar nas oficinas de artes, pinturas com bolhas de sabão, e participar da contação de histórias sobre a origem da Via Láctea e o surgimento das estrelas.</p>
<p>As atividades vão acontecer às terças e quintas, para escolas e grupos agendados previamente, e aos sábados para o público espontâneo, inclusive durante as férias. Na inauguração da Estação Educativa, alunos da Secretaria Municipal de Educação e filhos de colaboradores da maior obra de infraestrutura urbana em execução na América Latina também vão participar das atividades.</p>
<p><strong>SERVIÇO:</strong><br />
Inauguração: 19 de novembro<br />
Endereço: Rua Vice Governador Rubens Berardo, 100, na Gávea.<br />
Terças e quintas: às 10 e às 15h, com agendamento prévio pelo telefone 2274-0046<br />
Sábados: às 15h15 e 16h15 com distribuição de 30 senhas meia hora antes de cada sessão.<br />
A Estação Educativa é uma atividade gratuita. Entrada no Planetário: R$ 22,00 (meia entrada para estudantes, idosos e portadores de deficiência)</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>É possível blindar bebês contra tecnologia?</title>
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		<pubDate>Wed, 12 Mar 2014 11:21:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Mari Eva]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quando meu primeiro filho nasceu, faz quase 8 anos atrás, ainda não existia iPhone ou iPad. As dúvidas sobre minha gravidez eu tinha que perguntar pras pessoas conhecidas, ler livros sobre o tema, fazer aulas de yoga pra trocar uma idéia com outras gestantes. O meu segundo filho já foi bem diferente, consultava fóruns e...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<div style="background-color: white; color: #555555; font-family: 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 22.5px; margin-bottom: 1.5em; margin-top: 0.75em;">
<div style="text-align: justify;">Quando meu primeiro filho nasceu, faz quase 8 anos atrás, ainda não existia iPhone ou iPad. As dúvidas sobre minha gravidez eu tinha que perguntar pras pessoas conhecidas, ler livros sobre o tema, fazer aulas de yoga pra trocar uma idéia com outras gestantes. O meu segundo filho já foi bem diferente, consultava fóruns e blogs sobre o tema, anotava as contrações e depois mamadas em apps específicos. Junto com o desenvolvimento dos nossos filhotes vem nosso mundo e tudo que nos rodeia.</div>
</div>
<div style="background-color: white; color: #555555; font-family: 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 22.5px; margin-bottom: 1.5em; margin-top: 0.75em;">
<div style="text-align: justify;">É claro para todos nós que a tecnologia nos ajudou a lidar com o nosso dia a dia de tal forma que hoje não conseguimos mais tira-la de nossas vidas. Mas nossos bebês, assim como nós, também absorvem esse mundo novo e fascinante. Por que não se interessar por esses aparelhinhos brilhantes que tocam musiquinha e nossos pais tanto gostam?</div>
</div>
<div style="background-color: white; color: #555555; font-family: 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 22.5px; margin-bottom: 1.5em; margin-top: 0.75em;">
<div style="text-align: justify;">Um estudo da &#8220;Common Sense Media&#8221; nos USA diz que 38% das crianças menores de 2 anos já usaram um aparelho de celular mesmo os pediatras desencorajando a ação para os primeiros anos de vida de um bebê. E faz sentido, a interação com pessoas reais é muito mais valiosa para nossos pequenos do que as telas.</div>
</div>
<div style="background-color: white; color: #555555; font-family: 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 22.5px; margin-bottom: 1.5em; margin-top: 0.75em;">
<div style="text-align: justify;">Eu amo tecnologia mas, ao mesmo tempo, fico pensando em como proteger meus filhos dela o máximo possível. Apesar de adorar e escrever sobre apps, sei que existem vários incríveis e também educacionais, não incentivo seu uso para menores de 2 anos.</div>
</div>
<div style="background-color: white; line-height: 22.5px; margin-bottom: 1.5em; margin-top: 0.75em;">
<div style="text-align: justify;"><span style="color: #555555; font-family: 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 15px;">Mas sei que as vezes parece que estou dando murro em ponta de faca, quando vejo </span><span style="color: #555555; font-family: 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 15px;">a quantidade de apps feitos para bebês, as cadeiras de balanço com suporte para iPad ou </span><span style="background-color: transparent; color: #555555; font-family: 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 15px;">o lançamento de um iPinico </span><span style="font-family: inherit;"><span style="background-color: transparent; color: #555555;">(</span><span style="background-color: transparent; box-sizing: border-box; line-height: 1.3; text-rendering: optimizelegibility;">iPotty</span><span style="background-color: transparent; color: #555555;">)</span></span><span style="background-color: transparent; color: #555555; font-family: 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 15px;"> como este</span><span style="color: #555555; font-family: 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 15px;">.</span></div>
</div>
<div style="background-color: white; color: #555555; font-family: 'Helvetica Neue', Helvetica, Arial, sans-serif; font-size: 15px; line-height: 22.5px; margin-bottom: 1.5em; margin-top: 0.75em;">
<div style="text-align: justify;">Sei que é mais fácil manter as crianças ocupadas nos tablets, celulares, laptops ou tvs quando precisamos fazer algo. E as vezes precisamos de momentos de tranquilidade para fazer algo mas não acho que entregar esses aparelhinhos a crianças tão pequenas seja uma boa idéia. Uma foto como está me dá arrepios.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="clear: both; text-align: center;"><a style="margin-left: 1em; margin-right: 1em;" href="http://4.bp.blogspot.com/-n9YG_0yceeA/UyBCg7f4UUI/AAAAAAAAC-Y/Ap7IRWyX-rY/s1600/balancopad.jpg"><img alt="" src="http://4.bp.blogspot.com/-n9YG_0yceeA/UyBCg7f4UUI/AAAAAAAAC-Y/Ap7IRWyX-rY/s1600/balancopad.jpg" width="320" height="180" border="0" /></a></div>
<div style="clear: both; text-align: center;"></div>
<div style="text-align: justify;">Ao mesmo tempo a realidade de hoje é totalmente diferente à realidade de 10 anos atrás. Como fazer que nossos filhos se comportem diferente a tudo o que vêm à sua volta. Eles certamente notam toda a população olhando para celulares em lugares públicos. A tecnologia é invasiva.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Sei que meu filhos tem um mundo de tecnologias a sua frente na vida mas meu desejo como mãe, nesta fase que se encontram, é que desfrutem os simples prazeres da vida real primeiro.</div>
<div style="text-align: justify;"></div>
<div style="text-align: justify;">Tem algo pra acrecentar? Conte sua experiência com tecnologia e/ou sua opinião nos comentários e fazemos um novo post com a experiência de vcs.</div>
</div>
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