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	<title>Mãe Geek &#187; cultural</title>
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	<description>Blog para a mãe e pai geek, nerd, dork. Os post dão dicas e incluem assuntos sobre tecnologia, internet, gadgets, videogames, brinquedos, filmes, livros, viagens, etc..</description>
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		<title>Videogames gera violência?</title>
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		<pubDate>Thu, 28 Sep 2017 13:21:54 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Beatriz Perez]]></dc:creator>
				<category><![CDATA[Educação]]></category>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Um dos primeiros mitos em relação ao uso de videogames surgiu há muitos anos, quando pais e avós diziam que jogar videogame estragava a televisão e a visão, tornando assim o tempo deles em frente ao televisor, jogando, limitado.</p>
<p>Com o passar dos anos e a melhoria na qualidade dos jogos e videogames cada vez mais crianças e adolescentes recorriam a este tipo de realidade virtual – completando missões, dirigindo carros legais, prendendo os bad guys e lutando contra os chefões. Além disso, tornou-se claro que jogar não estragaria nada. Porém, segundo alguns psicólogos, o videogame e sua violência constante poderiam acarretar em motivações ou provocações de violência derivadas dos jogos e personagens.</p>
<p>De certa forma, desde o início, a arte (televisão, cinema) modela a violência para os espectadores e o videogame consegue ir além já que os <strong>jogadores precisam controlar seus personagens</strong> – o que não quer dizer que farão o mesmo na vida real. A violência entre jovens <strong>não é causada em decorrência do uso dos videogames e sim de outros problemas sociais que são mais fáceis ignorar</strong>.</p>
<p>Em um teste sobre sensibilidade, pode-se perceber uma maior resistência a cenas violentas de pessoas que jogam videogame há algum tempo, enquanto quem não está “acostumado” com cenas fortes se surpreendem mais. Através deste teste foi dito que a brutalidade digital rouba a sensibilidade humana natural comum em relação a eventos violentos, o que não quer dizer que o fato de alguém ser violento na vida real seja assim por conta do videogame.</p>
<p>Infelizmente, essa discussão vem sendo trabalhada há alguns anos e contribuiu para gerar preconceito em relação aos jogos eletrônicos, porém, como tudo tem um lado bom, a partir deste preconceito surgiram os sistemas de <strong>classificação etária</strong> para os jogos – que tem por objetivo separar seu público alvo mas que não quer dizer que será cumprido.</p>
<p>De fato, até hoje, quando há alguma tragédia violenta envolvendo uma criança ou adolescente, o videogame é normalmente apontado como um dos vilões. Mas, pensando bem, será que os videogames têm este poder de influenciar o comportamento destes jovens a ponto de provocar um comportamento de violência extrema? Ou são apenas um divertimento em si?</p>
<p>Com todas estas questões em mente e a partir da experiência pessoal de cada um, precisamos lembrar que o videogame é nada mais do que uma <strong>expressão cultural</strong> (sempre em crescimento e desenvolvimento) assim como filmes, produções teatrais, música, novelas, etc.</p>
<p>Importante lembrar também que enquanto existem pais que proíbem seus filhos de jogar o que consideram violento, ao mesmo tempo permitem que assistam programas de televisão, novelas ou filmes com conteúdo impróprio.</p>
<p>Então fica o questionamento:</p>
<p>O videogame é capaz de tornar alguém violento? Ou é mesmo apenas uma forma de entretenimento que não tem relação nenhuma com atos violentos gerados por jogadores?</p>
<p>Ao meu ver, videogame serve para você se divertir, aprender coisas novas (inclusive uma língua nova), descobrir enigmas, resolver problemas, aliviar o estresse e se perder no conteúdo criado por seus produtores e roteiristas.</p>
<p>&nbsp;</p>
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