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	<title>Mãe Geek &#187; bebes</title>
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	<description>Blog para a mãe e pai geek, nerd, dork. Os post dão dicas e incluem assuntos sobre tecnologia, internet, gadgets, videogames, brinquedos, filmes, livros, viagens, etc..</description>
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		<title>4º Seminário Pais &amp; Filhos discute diversidade, gênero e amor</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Nov 2017 21:06:17 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Renata Kühn]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Esta semana começou agitada em São Paulo, com o 4º Seminário Internacional Pais&#38;Filhos rolando no Unibes Cultural, e o MãeGeek foi lá conferir. Dentre as palestras da Laura Gutman, Vera Iaconelli, Osmar Terra, Anna Maria Chiesa e mesa redonda com Antônio Prata, Marcos Piangers e Maria Rita entre outros, ficamos doidas com tanto conteúdo bacana! Com...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Esta semana começou agitada em São Paulo, com o <a href="http://www.seminariopaisefilhos.com.br/" target="_blank">4º Seminário Internacional Pais&amp;Filhos</a> rolando no <strong>Unibes Cultural</strong>, e o <strong>MãeGeek</strong> foi lá conferir. Dentre as palestras da Laura Gutman, Vera Iaconelli, Osmar Terra, Anna Maria Chiesa e mesa redonda com Antônio Prata, Marcos Piangers e Maria Rita entre outros, ficamos doidas com tanto conteúdo bacana!</p>
<p>Com o tema &#8220;Cada um do seu jeito&#8221; e &#8220;Família se discute aqui&#8221;, a proposta deste ano foi a de um grande bate-papo sobre o indivíduo e todas as possíveis formas de amar. Repensar a educação e as relações mães e filhos, respeitar o jeito de cada um e discutir propostas de seguir em frente privilegiando o afeto e o amor.</p>
<p><a href="http://www.maegeek.com.br/wp-content/uploads/2017/11/WhatsApp-Image-2017-11-28-at-18.15.48.jpeg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2834" alt="WhatsApp Image 2017-11-28 at 18.15.48" src="http://www.maegeek.com.br/wp-content/uploads/2017/11/WhatsApp-Image-2017-11-28-at-18.15.48-412x550.jpeg" width="250" height="333" /></a>Com a palestra  &#8221;A maternidade é responsabilidade de todos&#8221;, <a href="http://www.lauragutman.com.ar/" target="_blank">Laura Gutman</a> nos apresentou uma manhã de introspecção e raciocínio, mostrando as responsabilidades que envolvem a maternidade e a necessidade de se resolver a infância dos pais para que a dos filhos seja plena. Segundo Laura somos a consequência das crianças que fomos e educamos nosso filhos a partir dessa memória emocional e por isso precisamos entrar em contato com esse bebê e criança que um dia fomos.</p>
<p dir="ltr">Autora de diversos <a href="http://www.lauragutman.com.ar/libros/" target="_blank">livros</a> sobre este universo, a argentina Laura já tem alguns livros lançados no Brasil e é biografia obrigatória para mammis e pappis.</p>
<p>A diversidade, o discurso de gênero e, principalmente a maneira única que se deve olhar para um filho foram temas recorrentes em todas as apresentações do seminário, finalizado por uma mesa-redonda de primeira, com uma conversa descontraída, divertida e gostosa ciceroneada pela diretora editorial da <strong>Revista Pais&amp;Filhos</strong> Monica Figueiredo e os convidados Antônio Prata, Marcos Piangers, Ana Cardoso, Fábio Rabin e Maria Rita.</p>
<p>Para encerrar a mesa redonda, Monica Figueiredo faz a pergunta <strong>Pais&amp;Filhos</strong> &#8220;O que eles desejariam para os seus filhos?&#8221;. Monica explicou que sempre faz essa pergunta a partir da primeira edição da revista de 1968 quando entrevistou Ziraldo e ele respondeu &#8220;Despertar o amor verdadeiro em pessoas que não são o pai ou a mãe&#8221;. Essa resposta acendeu a vontade de continuar perguntando e ouvindo respostas emocionantes.</p>
<p>E assim foi, Fabio Rabin desejou que sua filha mantenha por toda a vida o brilho que tem hoje. Marcos Piangers disse que queria que suas filhas fossem instrumento de felicidade e agentes transformadores, sua esposa Ana desejou que suas filhas fossem amigas. A cantora Maria Rita que sua filha tivesse uma cabeça boa e leve. E para finalizar Antônio Prata quer tudo, que sua filha seja alta, linda, rica, cheirosa e talentosa. :)</p>
<p>Sim! Nós queremos tudo isso e muito mais para nossos filhos sempre! &lt;3</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>O foda da maternidade que ninguém fala</title>
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		<pubDate>Tue, 13 Jun 2017 19:12:50 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Mari Eva]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Na semana passada a cantora e compositora Pitty, em entrevista para a coluna de Monica Bergamo na Folha de São Paulo, desafaba &#8220;Ninguém fala sobre quanto o pós-parto é difícil, diz Pitty após ter bebê&#8221;. Sim, concordo com você Pitty! Ninguém fala do pós-parto e a gravidez também não é sempre um mar de rosas....]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Na semana passada a cantora e compositora Pitty, em entrevista para a coluna de Monica Bergamo na Folha de São Paulo, desafaba &#8220;Ninguém fala sobre quanto o pós-parto é difícil, diz Pitty após ter bebê&#8221;.</p>
<p>Sim, concordo com você Pitty! Ninguém fala do pós-parto e a gravidez também não é sempre um mar de rosas. Pra mim a gravidez foi muito pesada, para outras mães o puerpério e outras ambos. E queremos dizer que não nos faz menos mães dizer a verdade dura e crua. Sim, é duro e cansativo mas não amamos menos nossos filhos por isso. Também acho importante que as mães saibam que pode ser difícil. Vale cada momento mas é difícil.</p>
<p>Para mim foi importante e me ajudou me informar, conversar com outras mães e saber qua algumas tinham passado por isso. E temos umas as outras para nos dar apoio e sinto que não importe como for devemos ser sempre sinceras e honestas com relação à gravidez e ao pós-parto.</p>
<p><a href="http://maegeek.r7.com/wp-content/uploads/2017/06/pitty_depoimento_pos-parto_maternidade_real.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2509" alt="pitty_depoimento_pos-parto_maternidade_real" src="http://maegeek.r7.com/wp-content/uploads/2017/06/pitty_depoimento_pos-parto_maternidade_real-550x529.jpg" width="550" height="529" /></a></p>
<p>Na coluna, Pitty conta que chegou no ensaio para o seu próximo show, depois de pausa de mais de um ano, se sentindo como uma criança voltando de férias. &#8220;Tô ansiosa, parece primeiro dia de aula.&#8221;</p>
<p>Após o nascimento da filha Madalena, que agora já está com 9 meses, Pitty ficou um tempo fora dos palcos e das redes sociais para estar mais perto da filha e dessa nova fase de sua vida.</p>
<p>A abertura do programa Saia Justa foi o primeiro trabalho que Pitty fez depois do nascimento da filha. &#8220;Estava com o peito cheio de leite, dolorido, tive que ficar pedindo licença para ir tirar. Achei que não ia conseguir ficar um dia inteiro longe dela. O começo é muito doido. Me entreguei completamente para aquele universo durante 7 meses, sem babá, não atendia nem telefone. Só eu, ela e o Daniel.&#8221;</p>
<p>Na coluna Pitty também fala da importância de conversar com outras mães para se preparar para o pós-parto e por isso estamos também fazendo este post. Concordamos totalmente. &#8220;A maternidade é tão idealizada, tão associada a um negócio divino, sagrado, como se a mulher virasse meio santa quando está grávida, que eu acho que as pessoas esquecem que tem uma pessoa real ali passando por isso.&#8221;</p>
<p>Ela ainda completa. &#8220;O puerpério é uma coisa sobre a qual ninguém fala. Não é fácil, é foda. Você está sem dormir, seu corpo está diferente, num tsunami hormonal. Ao mesmo tempo você está fascinada e apaixonada por aquela pessoa ali com você. O dia que o leite desce é o mais louco&#8230; Eu não me reconhecia, olhava no espelho e não sabia quem era aquela pessoa. É uma abnegação enorme. E passei por isso com estrutura, sendo bem cuidada, com meu marido ao lado. Imagina as pessoas que não têm estrutura? A gente precisa pensar em dar um suporte melhor para essas mulheres.&#8221;</p>
<p>Também outro assunto importante que a Pitty defende é o respeito por aquelas que não quiseram ter filhos. &#8220;A maternidade é um negócio incrível, estou amando, mas eu quis! A vida não se resume a isso, tem gente que não quer. Faço questão de falar isso porque sei como é estar no lugar de ser cobrada. Não acho justo botar essa carga em cima das mulheres. Nós mulheres somos sempre cobradas. Seja por uma coisa ou por outra. Ah, não teve filho! Ah, teve filho muito tarde. Ah, só vai ter um? Filho único não é bom&#8230; Cara! Dá um tempo! Deixa a gente viver!&#8221;</p>
<p>Via coluna <a href="http://www1.folha.uol.com.br/colunas/monicabergamo" target="_blank">Mônica bergamo</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Creches parentais buscando uma alternativa à educação convencional</title>
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		<pubDate>Sat, 29 Apr 2017 20:13:16 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Mari Eva]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Faz uns dias encontrei uma amiga de longa data que mora no Rio que tem um filho de 3 anos. Ela começou a me contar sobre a escola do seu filho. Simplesmente é uma escola organizada por ela e um grupo de pais com o mesmo interesse e a mesma necessidade, de ter uma escola...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Faz uns dias encontrei uma amiga de longa data que mora no Rio que tem um filho de 3 anos. Ela começou a me contar sobre a escola do seu filho. Simplesmente é uma escola organizada por ela e um grupo de pais com o mesmo interesse e a mesma necessidade, de ter uma escola onde as crianças se desenvolvam, em um ambiente de confiança e agradável por um preço acessível.</p>
<p>Assim surgiu a idéia da &#8220;Casa Escola&#8221; onde o filho da minha amiga brinca e da creche &#8220;Si Fon Fon&#8221; que está no vídeo a seguir. Os pais e uma educadora, contratada por eles, gerenciam a educação e brincadeiras das crianças da forma que elas querem e acreditam. São um grupo de amigos que se organizaram, e depois convidaram outros pais, buscando uma alternativa à educação convencional, criando o próprio espaço de ensino para criar os filhos.</p>
<p>Achei o vídeo e a iniciativa maravilhosa, acho q falta um pouco dessa atitude e espirito de comunidade em nossa sociedade. Olhem o vídeo que foi filmado para uma série da GNT e me contem o que achatam:</p>
<p><a href="https://globosatplay.globo.com/gnt/v/5810310/" target="_blank">https://globosatplay.globo.com/gnt/v/5810310/</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Oficina Sensações para bebês em São Paulo</title>
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		<pubDate>Wed, 19 Apr 2017 12:55:25 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Mari Eva]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quem não tem vontade de brincar com tinta caseira, fazer massinha colorida, brincar de rasgar papéis, cantar e contar historinhas para seus bebês e assim estimular o seu desenvolvimento, dar risadas, trocar carinho e passar momentos felizes? Porém nem todos têm tempo, criatividade ou espaço para criar tudo isso. Além do mais, brincar com outros...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Quem não tem vontade de brincar com tinta caseira, fazer massinha colorida, brincar de rasgar papéis, cantar e contar historinhas para seus bebês e assim estimular o seu desenvolvimento, dar risadas, trocar carinho e passar momentos felizes? Porém nem todos têm tempo, criatividade ou espaço para criar tudo isso. Além do mais, brincar com outros bebês e trocar experiências com outros adultos é sempre mais divertido.</p>
<p>O Clubinho é um lugar colorido, aconchegante, tanque de areia, teatrinho, casinha, cantinho da construção, brinquedos, pula pula, muita alegria, amor e música, pronto para receber você e seu bebê para uma experiência única e no dia 29/04 vai rolar a oficina sensações.</p>
<p>A cada fim de semana, uma atividade diferente, especialmente pensada e elaborada, para proporcionar novas sensações e emoções. Música, artes, brincadeiras, capoeira/movimento, massagem, yoga, culinária, jardinagem e muito mais, especialmente para os bebês!</p>
<p>Atividades direcionadas para bebês de 5 a 30 meses, mamães, papais e cuidadores. Irmãos mais velhos são bem vindos e fazemos atividades personalizadas para eles!</p>
<p>Venha passar um dia muito especial! Nada de compromisso com hora marcada, você chega quando quiser, puder ou conseguir, afinal cada bebê tem um ritmo.<br />
<a href="http://maegeek.r7.com/wp-content/uploads/2017/04/exploração-2017.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2419" alt="exploração 2017" src="http://maegeek.r7.com/wp-content/uploads/2017/04/exploração-2017-550x550.jpg" width="550" height="550" /></a><br />
<strong>Horário:</strong><br />
(09:30 &#8211; 13:00)</p>
<p><strong>Programação:</strong><br />
09:30 &#8211; Exploração sensorial<br />
10:30 &#8211; Música<br />
11:00 &#8211; Capoeira<br />
11:30 &#8211; Exploração sensorial</p>
<p><strong>Valores:</strong><br />
Ingresso na porta &#8211; R$ 70,00<br />
Ingresso antecipado &#8211; R$ 50,00<br />
Adultos não pagam!</p>
<p><strong>Mais informações:</strong><br />
Telefone: 11 2597-8373<br />
contato@clubinhopequenocientis<wbr />ta.com.br<br />
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		<title>Mitos e Verdades sobre o Sono do Bebê</title>
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		<pubDate>Thu, 06 Apr 2017 12:09:26 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A maternidade é um momento especial da vida da família, e com ela vêm ansiedade e dúvidas sobre o sono do bebê. Por isso, a consultoria do sono infantil tem como objetivo esclarecer e ajudar as mamães e papais a estabelecerem bons hábitos de sono e ensinar seus filhos a dormirem melhor. Conversamos com a...]]></description>
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<p>A maternidade é um momento especial da vida da família, e com ela vêm ansiedade e dúvidas sobre o sono do bebê. Por isso, a consultoria do sono infantil tem como objetivo esclarecer e ajudar as mamães e papais a estabelecerem bons hábitos de sono e ensinar seus filhos a dormirem melhor.</p>
<p>Conversamos com a pedagoga e consultora do sono infantil, Ana Flávia Andreoli, que esclareceu sobre algumas orientações que vemos e ouvimos por aí, quando se trata do sono das crianças, realmente funcionam.</p>
<p><a href="http://maegeek.r7.com/wp-content/uploads/2017/04/baby-1538342_1280.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2384" alt="baby-1538342_1280" src="http://maegeek.r7.com/wp-content/uploads/2017/04/baby-1538342_1280-550x359.jpg" width="550" height="359" /></a></p>
<p>1) Manter meu bebê acordado e ativo durante o dia, e não deixa-lo adormecer, fará com que ele durma melhor durante a noite.</p>
<p><b>MITO</b> – Quando nascem, os bebês dormem cerca de 17 a 20 horas por dia nas primeiras semanas e acordam, praticamente, só para se alimentar. Nessas horas de sono, incluem-se as sonecas do dia, que devem ser 3 ou 4 no primeiro mês de vida. Os bebês que não realizam as sonecas durante o dia tendem a ter mais dificuldades para dormir, ficam mais irritados e acordam mais vezes durante a noite. Essa irregularidade de sono provoca a diminuição da resistência a infecções e favorece o ganho de peso.</p>
<p>2) É possível ensinar meu bebê a adormecer sozinho.</p>
<p><b>VERDADE</b> – É importante proporcionar essa autonomia à criança desde o primeiro dia de vida, pois influencia, inclusive, no desenvolvimento dos bebês. A orientação é que a mamãe coloque o bebê no berço quando parecer cansado, ainda estando acordado, porém já sonolento, para que ele adormeça sozinho.</p>
<p>3) Os pais devem se adaptar aos horários do bebê. Ou o bebê deve se adaptar à vida que os pais levam.</p>
<p><b>MITO</b> – Os pais não devem se adaptar à rotina do bebê e nem o bebê à rotina dos pais. É importante que os pais compreendam que o bebê necessita de uma organização de horários diferente dos adultos, por isso o ideal é que, por exemplo, ele não frequente festas noturnas ou tenha horários variados de alimentação e sono, para que não tenha seu desenvolvimento pleno prejudicado. Já aos pais é importante que mantenham seus momentos de casal e tenham seus horários de alimentação e sono de acordo com a vida que escolheram. Ou seja, é uma adaptação de ambas as partes, mas cada rotina deve ser respeitada.</p>
<p>4) Estabelecer uma rotina é fundamental para a criança durante toda a infância.</p>
<p><b>VERDADE</b> – A rotina tem como objetivo principal o desenvolvimento da autonomia da criança, e isto a torna mais segura externa e internamente. Através dela, a estrutura psíquica e física da criança se organiza, e ter prazos e horários estabelecidos traz tranquilidade e confiança para os pequenos, fazendo com que eles não se sintam tão ansiosos. Promover essa autonomia em todas as fases da infância e da adolescência permite que formemos adultos mais responsáveis, organizados e seguros.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Nintendo faz pequenos cartuchos com gosto amargo para crianças não comerem</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Mar 2017 18:23:02 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Mari Eva]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Nintendo lançou na semana passada o Nintendo Switch, seu novo console. Mas a novidade veio com um gosto meio amargo e desagradável. É que os cartões de jogos do aparelho são revestidos com benzoato de denatônio, uma substância amarga para que crianças pequenas não levem os pequeninos cartuchos à boca e se engasguem acidentalmente....]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>A Nintendo lançou na semana passada o Nintendo Switch, seu novo console. Mas a novidade veio com um gosto meio amargo e desagradável. É que os cartões de jogos do aparelho são revestidos com benzoato de denatônio, uma substância amarga para que crianças pequenas não levem os pequeninos cartuchos à boca e se engasguem acidentalmente. Um recurso importante, sobretudo, para manter o jogo distante do interesse de crianças pequenas em leva-lo à boca.</p>
<p><a href="http://maegeek.r7.com/wp-content/uploads/2017/03/fhigudhmhddpzgdmx9yj.jpg"><img src="http://maegeek.r7.com/wp-content/uploads/2017/03/fhigudhmhddpzgdmx9yj-550x416.jpg" alt="fhigudhmhddpzgdmx9yj" width="550" height="416" class="alignleft size-medium wp-image-2348" /></a>A notícia deste recurso se espalhou rapidamente entre os fãs da marca, que logo resoveram investir em, digamos, degustações. Segundo relatos, o gosto é muito forte e se espalha rapidamente pela boca. Por isso, é bom ter algo para beber logo em seguida, caso queira se aventurar.</p>
<p>O Nintendo Switch, primeiro console da empresa desde o Wii U em 2012, é um aparelho híbrido, que pode ser usado tradicionalmente, e também como dispositivo portátil.</p>
<p>A empresa de jogos sediada em Kyoto, que planeja lançar o console globalmente em março, não revelou detalhes sobre o preço nesta quinta-feira. O sucesso do lançamento será crucial para a Nintendo, que ainda colocaos consoles de videogames no centro de seus negócios, mesmo com mudanças casuais de jogos das salas de estar para os smartphones.</p>
<p>As vendas do Wii U alcançaram 13 milhões de unidades desde seu lançamento. Seu antecessor, o Wii, foi lançado em 2006 e vendeu 101 milhões de unidades até o momento.</p>
<p>Via <a href="http://oglobo.globo.com/" target="_blank">Jornal O Globo</a></p>
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		<title>Países pelo mundo adotam caixa de papelão para recém-nascidos</title>
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		<pubDate>Mon, 06 Mar 2017 11:10:29 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Mari Eva]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Você imagina por um bebê dentro de uma caixa de papelão? Nossa cultura está muito estigmatizada com relação a caixas de papelão porque lembramos dos mendigos na rua dormindo nelas. Verdade! Mas esta caixa de papelão em questão é bonitinha, decorada, limpa. Vamos deixar de lado nosso pré-conceito e entender melhor porque esta idéia, que...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Você imagina por um bebê dentro de uma caixa de papelão? Nossa cultura está muito estigmatizada com relação a caixas de papelão porque lembramos dos mendigos na rua dormindo nelas. Verdade! Mas esta caixa de papelão em questão é bonitinha, decorada, limpa. Vamos deixar de lado nosso pré-conceito e entender melhor porque esta idéia, que começou na Finlândia na década de 1930, vem se espalhando pelo mundo e reduzindo a mortalidade infantil no primeiro ano de vida do bebê.</p>
<p>Algumas síndromes que levam os bebês à morte até o primeiro ano de vida já foram associadas à forma como o bebê dorme e também ao fato de dormir juntos com os pais que pode ser outro fator de risco.</p>
<p>A caixa de papelão pode ser útil para se ter o bebê próximo, carregar a caixa de um quarto para o outro, ou até viajar com ela se torna algo muito simples e fácil.</p>
<p>Na Finlândia cada família, independentemente de sua origem, recebe gratuitamente uma caixa de papelão com um pequeno colchão entre outros presentes para seu bebê. E, não é por acaso, que a Finlândia tem uma das taxas de mortalidade infantil mais baixas do mundo.</p>
<p>Agora, a ideia finlandesa está se disseminando no mundo. O Estado de Nova Jersey nos Estados Unidos é ocaso mais recente.</p>
<p>Em agosto do ano passado, o governo da Cidade do México colocou em prática o projeto &#8220;Cunas CDMX&#8221; (cunas significa &#8220;berço&#8221; em espanhol), inspirado no modelo finlandês. Seu objetivo era atingir 10 mil famílias e acompanhar a gravidez daquelas com menos recursos financeiros para combater a mortalidade infantil. &#8221;Buscamos gerar uma maior proteção para os bebês na Cidade do México, principalmente os que vivem na pobreza&#8221;, diz Gamaliel Martínez Pachecho, diretor-geral dos Sistema para Desenvolvimento Integral da Família da capital mexicana, departamento encarregado do projeto. Na Finlândia, o projeto também começou entre famílias mais pobres, mas hoje é para todo o país.</p>
<p>Na Ásia, a estudante Karima Ladhani, teve a ideia de adotar a caixa finlandesa no sul da Ásia. Ela desenvolveu o projeto &#8220;Barakat Bundle&#8221; (barakat significa &#8220;benção&#8221; em alguns idiomas da região), que entrou em vigor em um hospital rural da Índia. A caixa tem ferramentas para prevenir infecções durante o parto ou pouco depois de se dar à luz e também inclui um mosquiteiro para proteger os bebês da malária. &#8221;Queremos oferecer às novas mães soluções de baixo custo para salvar vidas ao combater as causas evitáveis de mortalidade infantil e materna&#8221;, afirma Ladhani.</p>
<p>Um projeto-piloto também está sendo lançado no hospital Queen Charlotte&#8217;s and Chelsea, em Londres, no Reino Unido, em colaboração com a empresa americana Baby Box. &#8221;Partimos do pressuposto de que as pessoas têm dinheiro para comprar um moisés ou um berço, mas nem sempre é o caso&#8221;, diz a ginecologista Karen Joash, conselheira obstetrícia do programa. Ela considera que a caixa também fará com que mães e bebês fiquem no mesmo quarto, já que elas são fáceis de carregar. &#8220;Isso é bom para estreitar sua ligação.&#8221;</p>
<p>Há projetos em curso também no Estado australiano de Victoria e na província canadense de Alberta. É uma região que se beneficia da indústria petrolífera, e, por isso, quando os homens vão trabalhar nas plataformas, surge um novo tipo de problema: as mães criam seus bebês sozinhas. &#8220;O objetivo é dar apoio às famílias na transição da gravidez para a maternidade&#8221;, diz Benzies. Um elemento-chave para isso é a mentoria dada aos pais, em que uma pessoa os auxilia, por telefone ou pessoalmente, a partir das 32 semanas de gestação até seis meses após o parto. E recebem a caixa e uma espécie de folheto, que chamam de &#8220;assistente de berço&#8221;,  criado para que os homens tenham uma relação mais próxima com seus bebês. Com um estilo parecido com o de um manual de um automóvel, o texto oferece um guia prático. &#8221;Sabia que faz bem para o bebê arrotar algumas vezes?&#8221;, diz o texto, que ressalta a importância do &#8220;combustível&#8221;, o leite materno, e explica como &#8220;checar debaixo do capô&#8221;, as fraldas no caso, porque &#8220;manter seu modelo novo limpo e cômodo é importante&#8221;.</p>
<p><a href="http://maegeek.r7.com/wp-content/uploads/2017/03/94880644_caixa6.jpg"><img class="alignleft size-medium wp-image-2340" alt="_94880644_caixa6" src="http://maegeek.r7.com/wp-content/uploads/2017/03/94880644_caixa6-550x309.jpg" width="550" height="309" /></a>Colin Pritchard, professor da Universidade de Bournemouth, no Reino Unido, estuda mortalidade infantil e acredita que o sistema tem &#8220;sentido teoricamente&#8221;, por dar ao bebê um local para dormir além da cama dos pais e poder reduzir os casos de morte súbita por asfixia. No entanto, acredita que o efeito é pequeno.</p>
<p>Ele argumenta ser mais importante criar mecanismos para reduzir a pobreza, fazer com que os pais deixem de fumar e melhorar a educação dos pais e os cuidados que eles terão com os filhos para frear a mortalidade infantil.</p>
<p>Via <a href="http://www.bbc.com/portuguese" target="_blank">BBC</a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Eu amamentei um bebê desconhecido</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Oct 2016 18:35:37 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Eu Mãe]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Depoimento &#8220;Eu,mãe&#8221;: Ana Paula Moutinho, policial militar, mãe de um menino de um ano Eu sofri quarto abortos espontâneos antes de conseguir engravidar. Mas é possível que eu tenha tido outras perdas que sequer foram detectadas. Comecei a tentar ter um filho há nove anos, quando parei de tomar a pílula. Quando consegui engravidar, o pai...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Depoimento &#8220;Eu,mãe&#8221;: Ana Paula Moutinho, policial militar, mãe de um menino de um ano</p>
<p>Eu sofri quarto abortos espontâneos antes de conseguir engravidar. Mas é possível que eu tenha tido outras perdas que sequer foram detectadas. Comecei a tentar ter um filho há nove anos, quando parei de tomar a pílula.</p>
<p>Quando consegui engravidar, o pai do meu filho sumiu diante da notícia. E não foi só isso. Assim que eu descobri que seria mãe, minha avó morreu. No quinto mês de gestação foi a vez da minha mãe e no sétimo, do meu tio. Tive que mudar de cidade e voltar para a capital neste período. Foi uma gravidez muito conturbada. Mas o meu moleque nasceu saudável mesmo assim.</p>
<p>Eu sou policial militar, trabalho das 9h às 18h mais escala de supervisão de 24 horas, e posso contar apenas com a ajuda de uma ex caseira do meu pai no dia a dia e da minha madrinha nos finais de semana, mas era mora longe de mim. Mas eu tenho a sorte de ter um filho levado, mas bonzinho. Ele fica muito bem com quem estiver cuidando dele.</p>
<p>Eu vejo muitas coisas ruins acontecerem todos os dias, e depois que o meu filho nasceu eu fico mais apreensiva quando me vejo exposta a algum risco.</p>
<p>Há cerca de vinte dias eu estava na Supervisão de Operações e ouvi no rádio da viatura a ocorrência de uma mulher que teria abandonado um bebê em uma igreja. Como a viatura que atenderia a ocorrência estava longe, e também pela complexidade do caso, resolvi passar no local pra ver.</p>
<p>Quando cheguei lá a mãe, dependente química, estava bastante irritada e dizendo que ou alguém ficaria com a criança ou ela a jogaria em qualquer lugar. Perguntei se ninguém da família queria e ela disse que talvez a sogra aceitasse. Perguntei se ela tinha o contato dessa sogra e ela ficou de buscar em casa.</p>
<p>Mas o bebê já estava no meu colo desde o começo. A mãe falou que iria buscar o telefone e eu falei que com o bebê ela não iria e ela concordou.</p>
<p>Sinceramente, nós achamos que não voltaria.</p>
<p>O bebê já estava chorando muito, e piorou. Eu cheguei até a pedir para comprarem leite e mamadeira, mas achei que ele estava sofrendo muito.</p>
<p>Eu já estava trabalhando há doze horas e meu peito estava cheio de leite. Então resolvi amamenta-lo. Ele pegou meu peito imediatamente e com muita força. Mamou por mais de uma hora, cochilava no meio e quando eu tentava tirar ele voltava a chorar.</p>
<p>A mãe voltou com a bolsa do bebê e eu disse que teríamos que ir pra delegacia. Ela não quis pegar o filho e eles foram em viaturas separadas. O bebê foi comigo, ainda mamando. Quando chegamos na delegacia chamei o Conselho Tutelar e consegui falar com a sogra dela, avó do bebê. Ela ficou com ele.</p>
<p>Pode parecer frieza, mas confesso que isso não me abalou muito. Estou acostumada e ver coisas difíceis, mas isso me deu uma saudade enorme do meu filho naquele momento. Era uma vontade enorme de cuidar, acarinhar, proteger.</p>
<p>Ele me fez muita falta muito grande quando estou trabalhando. Eu sinto ciúme das pessoas que cuidam dele e não me imagino sem ele. Tudo isso fez com que eu dimensionasse o tamanho do meu amor pelo meu filho.</p>
<p>E é enorme.</p>
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		<title>Baby Boom é uma festa de rock para crianças este domingo no RJ</title>
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		<pubDate>Sat, 08 Oct 2016 11:00:59 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Mari Eva]]></dc:creator>
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		<description><![CDATA[Outubro será intenso para a garotada, papais e mamães. Contadores de histórias, oficina de customização de camisetas, gastronomia e feirinha de produtos rock ´n’ roll agitam a comemoração dos cinco anos do evento Baby Boom. A Baby Boom, evento de rock para pais e filhos, se uniu ao reduto roqueiro dos adultos em Botafogo, a casa de...]]></description>
				<content:encoded><![CDATA[<p>Outubro será intenso para a garotada, papais e mamães. Contadores de histórias, oficina de customização de camisetas, gastronomia e feirinha de produtos rock ´n’ roll agitam a comemoração dos cinco anos do evento Baby Boom.</p>
<p><a href="http://maegeek.r7.com/wp-content/uploads/2016/10/7-peq-credit-Luciana-Spósito.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2128" alt="7-peq-credit-luciana-sposito" src="http://maegeek.r7.com/wp-content/uploads/2016/10/7-peq-credit-Luciana-Spósito.jpg" width="472" height="315" /></a></p>
<p>A <b>Baby Boom</b>, evento de rock para pais e filhos, se uniu ao reduto roqueiro dos adultos em Botafogo, a casa de rock <b>Bukowski</b>, para abrir as comemorações do Dia das Crianças com muita atitude, música e atividades, no dia <b>09 de outubro</b> <b>(9/10), domingo</b>, <b>das 16h às 21h30</b>.  Essa é a <b>edição especial</b> <b>Sweet Child O’mine</b> da festa Baby Boom, que para comemorar cinco anos de existência, apresenta uma proposta educativa e divertida, resultado da parceria do DJ Fábio Maia com a Imagem Cultural Produções.</p>
<p>Papais e mamães vão se divertir com seus filhos ao som de <b>banda cover dos Guns N’ Roses</b>, na <b>pista de dança</b> do DJ e com <b>contadores de histórias</b> que irão mostrar a versão infantil sobre o surgimento do gênero. Os pequenos também terão a oportunidade de serem <b>maquiados com referências às ilustres celebridades do rock</b>, de participar da <b>oficina de customização de camisetas</b> - cada criança deverá levar a sua camiseta -, além de brincar na <b>piscina de bolinhas</b> e na <b>cama elástica</b>.</p>
<p>O evento também não deixa de fora os bebês roqueiros, que contarão com um espaço especial para eles, com <b>área baby e fraldário</b> no segundo andar da casa. Expositores com produtos rock’n&#8217; roll e área gastronômica completam o evento mais radical do Dia das Crianças.</p>
<p>Como as festas e as brincadeiras nunca terminam, o DJ Fábio Maia dará continuidade à única festa de rock da garotada com mais duas edições, ainda em outubro, em outros espaços da cidade. A “Baby Bowie, Just for one day” (16/10) será uma homenagem a David Bowie, na casa Vizinha123, e a “Baby Boo, Halloween à fantasia” (29/10) acontecerá no Jazz’in, com show da Taryn, a voz da Elza do Frozen. O mês da criançada nunca foi tão longo e tão divertido! Confira a programação da Baby Boom:</p>
<p><a href="http://maegeek.r7.com/wp-content/uploads/2016/10/5-peq-credit-Luciana-Spósito.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-2127" alt="5-peq-credit-luciana-sposito" src="http://maegeek.r7.com/wp-content/uploads/2016/10/5-peq-credit-Luciana-Spósito.jpg" width="472" height="315" /></a></p>
<p><b>Edição Especial Sweet Child O’ Mine</b></p>
<p><b>Data</b>: 09/10/2016, domingo<br />
<b>Horário</b>: 16h às 21h30<br />
<b>Local</b>: Bukowski. Endereço: Rua Álvaro Ramos, 270 – Botafogo<br />
<b>Ingressos</b>: R$40,00 (adultos) e R$20,00 (crianças e adolescentes, de 0 a 18 anos).<br />
<b>O evento no Facebook</b>: <a href="https://www.facebook.com/babyboomrock" target="_blank" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?hl=en&amp;q=https://www.facebook.com/babyboomrock&amp;source=gmail&amp;ust=1475950118849000&amp;usg=AFQjCNGToUUM5xRtrpjQnKIBrmbOviuTFA">https://www.facebook<wbr />.com/babyboomrock<br />
</a><b>Realização</b>: Imagem Cultural</p>
<p><b>Atrações</b></p>
<p>DJ Fabio Maia e Jorge LZ/ Apresentando DJ Téo, filho do Fábio, de apenas 6 anos<br />
Banda Cover do Guns N’ Roses<br />
Contação de Histórias sobre a Origem do Rock’ n’ Roll<br />
Oficina de Customização de Camiseta. Cada criança deverá levar a camiseta a ser customizada.<br />
Maquiagem Rock´ n’ Roll<br />
Piscina de Bolinhas<br />
Cama Elástica<br />
Área Baby e Fraldário</p>
<p>*Evento sujeito à lotação</p>
<p>Fotos por Luciana Spósito.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Uma mãe apaixonada por animes</title>
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		<pubDate>Tue, 04 Oct 2016 16:51:12 +0000</pubDate>
		<dc:creator><![CDATA[Eu Mãe]]></dc:creator>
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				<content:encoded><![CDATA[<p>Depoimento &#8220;Eu,mãe&#8221;: Marcia Zymberknopf, 41 anos, advogada, mãe de um menino de 13 anos e um de três.</p>
<p>Eu sou a única mulher na minha casa. Tenho meu marido, meus dois meninos e até o gato é macho. Mas eu acredito que eu fui programada para ser mãe de menino mesmo. Eu adoro brinquedos e desenhos “de menino”.</p>
<p>Eu sou apaixonada por animes. Eu sou advogada na prefeitura da minha cidade e o meu trabalho é muito sério e frio. E é assim que eu gosto de relaxar. São histórias muito boas que mostram que o esforço sempre vale a pena, fora que são muito engraçadas.</p>
<p>Eu amo de verdade animes japoneses e consegui passar essa adoração para o meu filho mais velho. Ele agora gosta de indicar novos desenhos pra mim, mas é uma pena que ele, ao contrário de mim, não goste muito de mangás.</p>
<p>Quando meu caçula tiver uns cinco anos, vou apresentar o Naruto pra ele.</p>
<p>Eu sempre, sempre, sempre quis ser mãe e sabia que um dia eu seria, assim como sempre tentei fazer as coisas sempre certas na minha vida. Eu me casei em 2000 e fiquei morando com a minha sogra até conseguirmos construir a nossa casa, ou pelo menos parte dela para ser habitável &#8211; porque a minha casa está em eterna construção. Nos mudamos em outubro de 2002.</p>
<p>Até esta época nós evitávamos ter filhos, mas quando nos mudamos, sem discutir o assunto oficialmente, acho que deixamos ver o que iria acontecer. Eu fiquei grávida mais ou menos em dezembro de 2002. Foi uma alegria infinita. Eu tive uma gravidez ultra tranquila, o pior que acontecia era cair a pressão, mas nada que um sal de fruta não resolvesse. Eu consegui até fazer hidroginástica e caminhada.</p>
<p>Meu primeiro filho nasceu de parto normal e eu me sentia pronta para encarar meu papel de mãe. O que mais me recordo quando viemos para casa é que eu ficava olhando para ele e dizia para o meu marido: nossa, não é incrível, ele sempre vai estar aqui! Realmente não acreditava que aquele menininho tão lindo era meu.</p>
<p>Eu também sempre digo para a minha mãe que ser mãe dele sempre foi fácil, ele é muito obediente, amoroso, bonzinho, dormia a noite inteira e até hoje eu fico surpresa com isso. Meus pais também sempre me ajudaram com ele, levando na escolinha, buscando para mim, cuidando dele quando eu não podia. Eu me considero super sortuda, tenho todo o apoio dos meus pais e nem sei o que faria sem eles.</p>
<p>E então, eu que já estava acostumada com a minha vidinha sossegada me dei conta que estava chegando nos quarenta e nada de ter outro filhinho. O que também me fez ficar pensando foi a corajosa da minha irmã adotando duas crianças com uma grande diferença de idade entre elas.</p>
<p>E dessa vez, sem falar nada para o meu marido eu decidi ficar grávida. Peguei a cartela da pílula e joguei fora. Pouco tempo depois eu já estava grávida. Assim como na primeira gravidez, foi tudo muito tranquilo. Não pude fazer hidroginástica ou caminhada porque dessa vez eu tinha que também dar atenção para o mais velho, mas deu tudo certo.</p>
<p>Os primeiros sinais de parto acho que já me avisaram do furacão que estava chegando!</p>
<p>Na primeira gravidez a bolsa não arrebentou, então quando eu me vi molhada na cama às 23h30 eu fiquei bem assustada. Chamei meus pais para ficarem com o mais velho e lá fomos nós para o hospital. As contrações também me deixaram muito nervosa, foi tudo muito diferente, porque eu tinha chegado às 20h30 no hospital e as 22h00 ele tinha nascido. Mas na segunda vez&#8230;fiquei lá sentindo toda aquela dor até as seis da manhã, quando a médica chegou. O meu médico estava viajando, então o meu parto seria feito por outra médica.</p>
<p>A primeira coisa que eu pedi foi aquela anestesia que tinham me prometido.</p>
<p>No primeiro parto eu sequer tomei anestesia, mas daquela vez eu queria sim! Então eu fui levada para a sala e a medica não deixou meu marido entrar na sala. Eu não conseguia fazer a menor força por causa daquelas dores, então finalmente deram a bendita anestesia e as fotos que o meu marido tirou lá do outro lado do vidro ficaram hilárias com a minha cara de feliz sem dor.</p>
<p>Meu caçula nasceu com o cordão enrolado no pescoço mas deu tudo muito certo. Meu filho mais velho começou a mamar como um profissional, mas o menor deu trabalho, ficava bravo, não conseguia pegar o bico e me machucou bastante.</p>
<p>Como pode a gente ter dois filhos tão diferentes?</p>
<p>Eu sinto que tenho dois filhos únicos.</p>
<p>Meu caçula nunca foi tranquilo como o irmão. No comecinho ele até dormia, mas um tempo depois acho que eu passei aquela prova que todas as mães comentam: a falta absoluta de dormir. Eu acordava a cada 45 minutos, amamentava mas ele não dormia, virava, virava no berço e parecia muito incomodado. Piorou quando voltei a trabalhar e ele passou a tomar fórmula.</p>
<p>Foi uma loucura para fazer com ele comesse, foi uma loucura para fazer com que ele tomasse o leite artificial e nada de dormir. Chegamos a leva-lo em uma médica especialista em sono infantil que ouviu minha história e disse que não era comportamental, porque a nossa rotina estava correta. Pediu exame para verificar se era refluxo e descobrimos o tal do refluxo interno, coitadinho. Passamos a dar leite de soja e as coisas melhoram um pouco, mas só o suficiente para eu dormir umas três horas seguidas.</p>
<p>Atualmente eu decidi que não adianta eu ser tão rígida. A rotina para começar a dormir é fácil, mas o problema é que ele ainda acorda de noite me chamando. Bem, eu coloquei um colchão do lado da caminha dele. Quando ele me chama nem penso em voltar para o quarto, já fico por lá mesmo.</p>
<p>Uma mudança na administração municipal fez com que o controle da minha jornada de trabalho fosse mais flexível, porque conseguimos provar que advogados não trabalham com horário, mas com prazos. Assim, agora eu trabalho durante sete horas corridas e consigo ficar com o meu caçula todas as manhãs.</p>
<p>Meu filho caçula é um menino super comilão. Come de tudo e adora comer. Provoca muito o irmão, que por sua vez também não deixa barato e quer competir com o pequeno. Até acho engraçado, com dez anos, um mês e um dia de diferença entre os dois eles brincam e brigam como se fossem da mesma idade.</p>
<p>O caçula também está aprendendo a ser mais sociável e menos bravo. Enquanto o primeiro era o &#8216;mordido&#8217; na escola, o menor fui descobrir que é o &#8216;mordedor&#8217;.</p>
<p>Eles são muito, muito diferentes e eu me sinto como mãe de primeira viagem mesmo, pois tudo que aprendi com o meu primeiro filho não ser aplicado no caso do caçula, que tem uma personalidade muito diferente.</p>
<p>E agora o meu filho mais velho está entrando na adolescência. Eu adoro acompanhar as mudanças no corpo e até no comportamento dele.</p>
<p>Eu tenho medo de não ter a energia necessária para dar conta do caçula, eu fico arrependida também de ter deixado passar tanto tempo e agora estou mais velha e um pensamento que eu tento afastar de qualquer jeito é a idade que vou estar quando o maior tiver 40 e o menor tiver 30&#8230; rezo para que eu viva bastante e viva bem, porque como toda mãe nós não podemos morrer, não é mesmo?</p>
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